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Renata Sorrah combate o racismo em peça: “A internet dá voz a uma gente covarde”

Dona de papéis memoráveis na TV – a alcoólatra Heleninha, de Vale tudo, e a vilã Nazaré, de Senhora do destino, são dois exemplos –, Renata Sorrah começa a celebrar seus 50 anos de carreira com Preto, espetáculo que estreia no dia 11, no CCBB do Rio de Janeiro, colocando o dedo na questão do preconceito.

“Eu me perguntava se tinha legitimidade para falar sobre racismo nesse trabalho. Então, entendi que não existe isso. Quem quiser se somar nessa batalha está junto e pronto”, diz a atriz, de 70 anos. A peça marca o terceiro encontro de Renata com a Companhia Brasileira de Teatro e leva a direção de Marcio Abreu.

ÉPOCA – Por que quis tocar na questão do racismo?
Renata Sorrah – Sinto que o Brasil, por um lado, está descendo a ladeira. Mas, por outro, a humanidade está caminhando. Acho que avançamos muito em dez anos quanto à questão do racismo ou do gênero. E hoje só me traz esperança pensar no movimento dos negros e das feministas. É nas vozes positivas que eu acredito, quero estar do lado delas. Acho que a internet ajuda nesse processo com a velocidade, mas também atrapalha.
 
ÉPOCA – Você não usa as redes sociais. Qual o motivo?
Renata Sorrah – Não quero acordar lendo gente desagradável. A internet também dá voz a uma montanha de gente covarde, horrorosa e...

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