Entrada de Romero no PSD inviabilizaria nome de Ludgério para prefeito e deputado muda estratégia defendendo mais nomes da base na disputa

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Ao receber ISTOÉ na quarta-feira 27, o vice-presidente Hamilton Mourão discorreu sobre o estresse emocional vivido por Jair Bolsonaro desde a facada, mas diz que, aos poucos, ele estará “mais senhor de si”.

Dizia-se que o senhor era polêmico, muitas vezes desastrado nas suas declarações. Mas agora está sendo visto como alguém ponderado…

É um trabalho grande. A gente vai apreendendo, evoluindo.

Qual o papel do vice, no seu entender?

O vice-presidente é um cara que constitucionalmente existe para substituir o presidente. E isso é uma garantia de estabilidade. Se não houvesse o vice, o substituto seria o presidente da Câmara. O que poderia ser arriscado, se ele for um adversário político.

Mas o senhor não fica somente esperando esses momentos de substituir o presidente, certo?

Me comporto como alguém capaz de assessorar o presidente. Montei uma equipe própria eficiente para me auxiliar nisso. E venho trabalhando aqui para receber pessoas diversas e debater com elas os assuntos do país.

Quem o senhor já recebeu, por exemplo?

O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas). Representantes de sindicatos como o dos...

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