Colunista Marcos Marinho

  • NADA DE VLT

    10/10/2019

    Nem João, nem Romero!

    A briga dos dois para implantar um VLT em Campina Grande, que foi inclusive tema de pauta do prefeito com o Presidente da República para tirar do foco o governante estadual que garantira ter “peito” para tocar a obra, almejada pelos campinenses e motivo de promessas reiteradas por todas as velhas e novas lideranças do Município, segue célere para o limbo do esquecimento.

    Essa irresponsável amnésia esteve presente em Brasília terça-feira quando a bancada federal reunida com João Azevedo e os prefeitos de João Pessoa e de Campina Grande sequer listou o VLT no rol das prioridades para receber recursos em 2020 do Orçamento Geral da União, via emendas parlamentares.

    O projeto “VLT Campina” literalmente saiu dos trilhos, uma infeliz notícia para a cidade que neste dia 11 festeja 125 anos de existência.

    Os R$ 490 milhões destinados para o Governo do Estado serão aplicados no Ramal de Piancó para águas da Transposição do São Francisco (R$ 100 milhões), um Centro Integrado de Comando e Controle (R$ 30 milhões), o conjunto de adutoras (R$ 170 milhões), o Arco Metropolitano de João Pessoa (R$ 90 milhões) e o Centro de Convenções de Campina Grande (R$ 100 milhões).

    Para os políticos carreiristas, menos mal. Ano que vem tem eleição e a promessa do VLT dá um ótimo discurso.

  • JORNALISMO INDEPENDENTE É POSSÍVEL!!!

    04/10/2019

    Abordando com irrepreensível pena e lucidez a crise catastrófica que sufoca - e em muitos casos tem matado - a mídia nacional, o já maduro Heron Cid nos brindou ontem em seu festejado ‘MaisPB’ com uma abordagem prá lá de espetacular que aponta, no frigir dos ovos, para uma razão que, há anos, eu enquanto mini-empresário do ramo já identificara a partir do calejar das mãos: o círculo vicioso existente no meio.

    Ou seja, as empresas não crescem porque não conquistam anunciantes e os anunciantes não se ‘apaixonam’ e não anunciam porque as empresas não crescem.

    A Paraíba - mostra Heron em seu arrazoado - convive com a realidade do fechamento de quase todos os jornais impressos. O Norte, Diário da Borborema e Jornal da Paraíba acabaram. Resistem A União, só de pé pelos impostos dos cidadãos paraibanos, e o Correio da Paraíba, com redação cada vez mais enxuta e sobrevivente pela resistência pessoal do empresário Roberto Cavalcanti.

    Mas a crise, como bem relata o confrade pessoense, não se limita aos impressos. Consolidadas televisões de João Pessoa e de Campina Grande precisaram ser redimensionadas. Recentemente, a TV Cabo Branco redesenhou sua hierarquia para se adequar a esses inquietantes tempos e a TV Paraíba, do mesmo grupo, “castrou” os profissionais que não conseguiu demitir e praticamente acabou com o jornalismo que gerava em Campina Grande.

    A Rainha da Borborema, celeiro de brilhantes apresentadores, cinegrafistas e produtores de vídeo, pioneira na televisão estadual, agora tem que se contentar com o sofrível trabalho que é desenvolvido na beira do Atlântico e engolir o que por lá eles chamam de notícia (sem interesse algum para a Borborema): os buracos no Valentina Figueiredo, o descaso público no Trauminha, o velório do diretor do teatro, os shows do shopping Manaíra, as partidas de vôlei nas areias de Tambaú...

    Quando o assunto é rádio a situação ainda é pior porque fomos - os de Campina Grande - transformados em inocentes e inertes mulas com um único direito: o de ouvir sem reclamar as baboseiras cuspidas pelos “ases” da orla nos nada éticos microfones de lá. Até a nossa CBN não aguentou um ano de vida e já nos “brinda” com mais de 80% da sua programação gerada por João Pessoa. Com um adicional e vergonhoso detalhe: os anúncios comerciais também são de empresas da Capital!

    Crescer desse jeito, não há como!  

    Heron mostra em seu artigo que existem outros exemplares de providências semelhantes no mercado e se refere à mídia eletrônica.

    Melhor conferir o que ele escreve, das aspas prá diante:

    “Os sites e portais de notícias experimentam uma dicotomia: são influenciadores, têm audiência prática e aferível, pautam o noticiário tradicional, mas se deparam com pedras no caminho.

    O próprio amadorismo e timidez do setor na relação com o anunciante privado são algumas delas somadas a uma certa indisposição – pra não chamar de má vontade – da maioria das agências de publicidade, estas, historicamente mais comprometidas com os grupos de comunicação, destinatários das maiores fatias de distribuição de mídia.

    Há desinteresse deliberado na pulverização de campanhas para um universo maior de veículos, para economizar mais trabalho e demanda administrativa. A opção cômoda e conservadora termina sendo concentrar. Menos técnica e mais pragmática, por sinal.

    Sites, portais e blogs invariavelmente são lembrados nas crises ou momentos esporádicos e estratégicos, o que precisa provocar uma necessária autocrítica. Assim, rendem-se ao desconforto de se limitar à clientela institucional mais do que todos concorrentes nesse mercado generalizadamente refém da publicidade institucional. Uma anomalia que reflete a fragilidade da nossa economia estadual.

    Em resumo, o ambiente de dúvidas não poupa ninguém. Nem ‘grandes’, nem ‘pequenos. É um momento que exige, de um lado, conexão e convergência multiplataformas e cada vez mais profissionalismo. Do outro, convencimento do anunciante – com dados e números reais – da viabilidade de manter anúncios e apostas no segmento da comunicação como braço e aliado no sucesso.

    E o mais importante e mais difícil, em terras de estiadas convergências e fartura de vaidades e ciúmes, a unidade.”

    Assino sem ressalvas o que ensina-nos Heron Cid.

    Essa nova mídia, cuja maioria de blogs e portais nasceu com o fim exclusivo de angariar receita estatal, sob subordinação dela e plena subserviência, é erva daninha difícil de se extirpar...

    Porque bajuladores, puxa-sacos e que tais, infiltrados em todos os meios produtivos e mais ainda no meio político-partidário-governamental, encontrou aqui campo fértil para prosperar (sic!!!).

    Diz muito bem Heron Cid, do alto da sua experiência enquanto dono de portal na internet, que existe amadorismo e timidez na relação com o anunciante privado resultando na “indisposição” das agências de publicidade, todas elas “alérgicas” a programarem portais ou blogs, repetindo assim o velho círculo vicioso que já enterrou os nossos jornais.

    No Sul do País, onde também grassa parcialmente esse problema, veículos já desprezam e rejeitam a verba pública, provando que podem muito bem viver sem tão danosa dependência. Dão exemplo disso a ‘Gazeta de Notícias’, ‘O Antagoinista’, ‘Valor Econômico’ e outros espaços onde reinam verdade, liberdade e independência. Tudo sob o manto salutar e necessário do melhor profissionalismo.

    Com certeza, esse é o caminho!

  • O sorvete, à ótica de Torres

    28/09/2019

    É bem verdade que a Paraíba - o Governo do Estado - perdeu o seu mais entusiasmado e dinâmico secretário: Luiz Torres, o “índio”, como os confrades na Capital o chamam.

    Mas, para a felicidade geral desta terra do NEGO, ganhamos de volta a pena perfeita e por vezes afiadamente ácida ou cruel de um dos melhores jornalistas do rincão.

    Ler Luiz Torres todo dia, para mim, é a mesma obrigação que tenho em rezar o Pai Nosso na hora de dormir!

    Hoje mesmo, debruçado sobre seus textos no blog que montou pós-secretaria e nos brinda na net, ao passar a vista sobre sua análise da devolução do dinheiro do sorvete de Daniella Ribeiro aos cofres do Senado só não tive um orgasmo porque a idade provecta já me tirou há anos esse prazer.

    O índio foi na mosca: a Daniella restava a “batida de pino” que foi essa que ela optou devolvendo a merreca, ou “assumir os memes e faturar com eles, abrindo uma sorveteria em Campina Grande”.

    Brindo o meu leitor, a seguir, com a íntegra da análise de Torres:

    “Centro de um dos maiores micos registrados este ano no anedotário da política paraibana, a senadora Daniella Ribeiro (PP) acertou em cheio ao assumir o erro de ter pedido reembolso do Senado Federal de R$ 17 em razão de compra feita numa sorveteria.

    Para sair da fria, uma vez que foi alvo de críticas e memes hilariantes, a senadora admitiu o equívoco, pediu desculpas e ainda agradeceu à imprensa pelo alerta do erro. Perfeito. Quem vai poder bater num reconhecimento público de equívoco?

    Até porque estamos falando de R$ 17 num sorvete. Algo que, regimental, é legal.

    Mas que só transformou o mandato da senadora numa piada pronta exatamente pelo objeto comprado e pelo valor reembolsado. Um preciosismo exagerado.

    Daniella só tinha duas opções neste caso. Um era assumir os memes e faturar com eles, abrindo uma sorveteria em Campina Grande.

    Optou pela melhor. Pediu desculpas. Algo que vai derreter um pouco mais a zombaria, como um sorvete exposto ao Sol.”

  • ECOS DA CRISE GIRASSOL

    11/09/2019

    Que é gigante a crise no PSB da Paraíba, isso ninguém desconhece mais.

    E o fosso é imensamente profundo, sem restar espaço pelo menos por enquanto para recomposições.

    Aliás, algo perfeitamente previsível, em se tratando de uma legenda que abriga inflados egos como Ricardo Coutinho, Cida Ramos, Estela Bezerra, Fábio Maia, Ricardo Barbosa, Márcia Lucena, Veneziano Vital do Rego, Edvaldo Rosas, Adriano Galdino...

    E nem falo em João Azevedo, ainda neófito na política, mas que tem se deixado contagiar pelo vírus do Poder que a caneta consegue acelerar.

    E em briga de elefantes, como se diz muito bem por aqui, só quem sai perdendo é a grama.

    Então, que a parte nanica se cale; se recolha até que algo desanuvie.

    A propósito, recolhi hoje de notórios CARDEAIS da legenda algumas posições que mostram por si como fica cada vez mais difícil juntar os cacos.

    Vamos lá:

    01 - “Ricardo Barbosa, Tibério Limeira e Leo Bezerra querendo peitar Ricardo Coutinho. Onde já se viu carrapeta dar em pinhão?”

    02 – “E Adriano? Mordendo e soprando... Mas a gente conhece bem essa turma!”

    03 – “Adriano continua sendo um vendedor de confeito”

    04 – “Tô passado, com a posição do Vené. Vergonha!”

    05 - “Quer dizer que Ricardo serviu para fazer de um desconhecido o governador do Estado e não serve para presidir um partido que só ganhou projeção por causa dele?!”

    06 – “Intervenção no PSB é invenção. O que houve foi renúncia de metade mais um do diretório e a consequente dissolução”

    07 – “A Comissão Provisória comandada por Ricardo vai tornar o PSB maior do que já é, com a vantagem de ficar depurado das figuras que confundem idealismo com oportunismo”

    08 – “Quero ver como vai ser quando secar a tinta da caneta”

    FAMINTOS

    A propósito desse desastre que grassa na gestão Romero Rodrigues lembro aqui de um certo prefeito que, na busca da reeleição, transformou alimentos do estoque da merenda escolar em cestas básicas, que sua troupe pulverizou com força nos grotões da periferia sob comando da genitora, da Primeira Dama, da mulher do vice-prefeito e de uma abusada cunhada que vinha de Brasília só para ajudar na ‘faminta’ e criminosa missão’.

    CASAMENTO

    Meu estimado amigo-pastor Ezildo Galdino deve aproveitar as férias do final de ano no Sistema Correio em Campina Grande para contrair novas núpcias. A futura consorte, apaixonada pelas suas vibrantes e abençoadas pregações, faz parte da sua Igreja.

    VACINA

    Zé Gotinha já em campanha aberta para vereador de Campina Grande inunda as redes sociais com um slogan que lhe cai como luva: “VACINE SEU VOTO EM 2020”. Maior crítico na internet do prefeito Romero Rodrigues, é bem provável que se eleja com uma INJEÇÃO de recursos, por incrível que pareça da própria municipalidade por vias transversas: seu primo Arimateia Rocha, o construtor preferido de Romero, deve bancar seus custos, avaliados em mais de R$ 5 milhões.

  • Em Pibus

    09/09/2019

    O feriado da Pátria, em termos, para mim foi revigorante: no descanso na vivenda da paradisíaca Carapibus após levado ao "estaleiro" por ligeiro acidente doméstico que por pouco não eliminou metade do meu honrado e honroso NARIZ MARINHO, tive a alegria de receber a visita de Júnior Rodrigues, pré candidato a prefeito do Conde e dinâmico empreendedor no ramo varejista de alimentos, que por feliz coincidência no sábado 7 de Setembro presenteou o Distrito de Jacumã com o maior supermercado do litoral sul da Paraíba.

    Botamos a conversa em dia, prospectamos quanto ao futuro e me entusiasmei com a sua humilde e dedicada luta em busca de alcançar o seu lugar digno na curul da prefeitura e exatamente num momento em que o Conde clama pela força autentica e pelo vigor valente e determinado de um bravo e operoso filho.

    Voltarei ao tema, com melhor profundidade!

    ROBSON DUTRA

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    Prenúncio de que o Legislativo de Campina Grande pode pensar, já agora, em melhores e mais dignos dias: a volta de Robson Dutra ao plenário e à tribuna da Casa Félix Araújo!

    A folha de serviços prestada por Robson ao Município é imensa e valorosa, não apenas na condição que o foi de vereador brilhante e atuante, mas também como empresário-construtor, e sobretudo enquanto deputado estadual com os olhos voltados para seu povo.

    Campinense que ame de verdade sua terra, terá com certeza orgulho de reconduzir Robson à vida pública.

    DONA LOURDES

    Campina enterrar Lourdes Ramalho é como baixar à sepultura o melhor da sua história e das suas tradições. Fica mais pobre, menor e nós, que admirávamos o seu talento e a sua doçura não ficamos apenas órfãos – estamos mutilados!

    Minhas condolências especiais à família, que o faço na pessoa do amigo e colega de trabalho Jean Ramalho, neto de Lourdes e certamente um dos que mais a amavam no círculo familiar.

  • AVISTARAM A FEIRA!

    19/07/2019

    Enfim, a prefeitura campinense avista a feira central da cidade. Atrasadamente, está certo, mas antes tarde do que nunca, ensina o bom brocardo.

    Sou “feireiro” desde priscas eras!

    Dona Virgília, aos sábados, me acordava às cinco e saíamos eu e ela à pé, da Nilo Peçanha até o encontro com o balaieiro já freguês que nos aguardava na entrada da feira de flores, mesmo local por onde ainda hoje começo a fazer as minhas compras semanais.

    O frio da madrugada só me fazia bater o queixo quando descíamos a Lino Gomes e o vento forte no balde do Açude Novo esvoaçava os cabelos dela e arrepiava meu cotovelo e outros eteceteras do corpo...

    A cara emburrada e o sono ainda teimando em me derrubar davam logo vez a um riso traquino assim que mãe escolhia as macaíbas e umas oito laranjas-cravo, que descascava ligeiro e me dava o primeiro bago.

    Mais adiante, na velhinha da misturada que cortava seus pedaços de fumo de rolo - um dela e outro de tia Biu (Severina), sob recomendação de “não me venha com um boró (fumo ruim)...” - eu comecei a cheirar tabaco, mas não me viciei.

    Dava dois ou três espirros, achava graça e a feira seguia...

    No velho da goma, um café quente de cortesia e um pedaço de beiju novinho fazia a festa -minha e dela; e do balaieiro!

    Ainda hoje a boca guarda aquele sabor...

    Fazer feira era a melhor diversão de Dona Virgília. E a minha mais divertida brincadeira. Por isso, ainda hoje aos 66 de vida, todo sábado acordo ainda mais cedo e corro à feira para brincar!

    E parece que continuo com ela ao meu lado, me ensinando como comprar a carne melhor e a mais mole, a unha de mocotó que Dona Carminha especialmente guardava junto com pedaços de bucho e tripa grossa, os pezinhos de porco para dar gosto no picado, os ossos de boi com tutano pra sopa da quarta...

    E lá em Dona Pequena, na ‘rua boa’, foi ela quem me ensinou a soprar debaixo das asas das galinhas pra identificar a mais gorda e a mais saborosa.

    Dona Virgília entendia de feira e despertava inveja na vizinhança...

    Naquela gente ‘intrigueira’ que nunca soube o que é comer bem porque também nunca soube ir na feira central.

    E mãe tava nem aí...

    Quando o balaieiro dobrava a esquina da Independência descendo a Nilo Peçanha em direção à nossa casa a gente só via as janelas se abrindo e as ‘intrigueiras’ se queimando de inveja.

    “Esse povo só pode ser feito lagarta, enche o balaio de mato prá tapiar e dizer que fez feira...”, escutei uma dondoca gritar prá outra, alarmada com os molhos de couve, de espinafre, de alface, de hortelã, de coentro e cebolinha, que o balaieiro forrava sobre as compras no alto do balaio.

    E Mãe nem aí...

    Debaixo das folhas tinha macaxeira, que ela enterrava na terra fofa do fundo do quintal pra evitar mofo e dar pra semana; batata doce e batata inglesa; carne de boi, de porco, de sol e de bode; peixe (só gostava de ‘branquinha’) e piaba; fígado de boi pra gente não pegar anemia; ovo de capoeira que vinha do sítio Floriano e ovos de granja que comprava na banca do pai do meu amigo Vereador Olímpio Oliveira...

    Era uma FEIRA!

    Com farinha de mandioca, arroz da terra, nata, manteiga e queijo coalho; feijão verde, macáçar e faveta; Charque e linguiça de porco e de boi... E frutas, inclusive as da época: pitomba, cajá, umbu, pinha, graviola, mamão, laranja Bahia, bananas prata, maçã e de cozinhar...

    Por isso, hoje estou particularmente feliz ao ver que Romero Rodrigues e a STTP avistaram a feira e começam a implementar mudanças nela e no seu entorno, de modo a ensejar a que outros campinenses - e turistas, sim senhor - descubram aquela relíquia.

  • O IRMÃO DE SHAOLIN (eca!)

    17/07/2019

    Exatamente ontem, chamado DIA DO HOMEM, dei de cara com um moleque que - não deveria, por não as honrar - veste calças.

    Aliás, “dei de cara” é apenas força de expressão porque felizmente não tive o desprazer de olhar outra vez o rosto de figura tão abjeta e miúda.

    Digo “outra vez” porque o assombro já frequentou minha casa, onde ainda assim sempre foi tratado como gente.

    Sim, o vulgo tem nome apesar de tudo: Joverlaine Veloso.

    Ou, como se identifica desde 2016 desprezando o que os pais lhe deram na pia batismal, “IRMÃO DE SHAOLIN”.

    Esse espectro da periferia campinense, estrumado pela inveja do cargo em comissão de filha minha na Prefeitura de Campina Grande, correu às redes sociais para me detratar e, sem o menor respeito à memória do mano genial, acabou por insultar o próprio defunto a quem a lei protege por não mais ter voz para se manifestar ou para até mesmo se defender.

    O cantorzinho de birosca, que ainda por cima tem o gravíssimo defeito de andar falando mal da cunhada Laudiceia pelos fétidos becos por onde se arrasta, é dessas aberrações que a natureza vez por outra bota no meio do mundo para apodrecer e abreviar-se no tempo, em face da nulidade do esqueleto cuja única tarefa é esta mesma de carregar os seus molambos.

    Conheci Joverlaine ainda menino, já sob a sombra de Jozenilton (Shaolin).

    Ainda pequeno, devedor das honras do mano que cobria as suas despesas com o justo e suado dinheirinho que ganhava d’APALAVRA, não foi difícil diferenciá-lo de Shaolin.

    Ele (o moleque), um sonso; o irmão um sóbrio homem.

    Um, sorrateiro e covarde; o outro, humilde e alegre.

    Shaolin feliz correndo a abraçar o pai-vigia da Cavesa nas madrugadas frias da Borborema e o moleque se envergonhando do labor do pai dele corria a se esconder...

    E hoje não tem sido diferente.

    Joverlaine permanece oco, não sabe como viver fora da sombra. Nasceu sem talento e sem mais nada, por isso a vida e o sucesso dos outros o incomoda.

    A imagem pode conter: texto

    No perfil do INSTAGRAN, em ofensa à minha e à história d’APALAVRA e de SHAOLIN, tão ciente da calúnia que expeliu já avisou estar na espera de um processo.

    Bem que merecia...  Mas sequer vou interpelá-lo judicialmente para provar onde está a montanha de dinheiro que afirma eu tenha amealhado às custas do seu saudoso irmão.

    Ocupar a Justiça para interrogar um insano é demais. Sem luz própria, o fel da sua alma se encarregará de lhe entorpecer o coração, se é que o tem.

    Só lamento que a falta de luz de Joverlaine o impeça de ver que está sendo ridicularizado por onde anda, nesta teimosia de querer passar-se por Shaolin e denegrir a quem deveria agradecer, como é o caso de Laudicéia, a esposa que deu o melhor da sua juventude para tornar menos dolorosa a via-crucis de Shaolin no ocaso do seu tempo.

    Oportunidade para brilhar, o moleque teve. A Record ainda o levou as câmeras, onde em penumbra apareceu feito Shaolin.

    Mas logo a decepção tomou conta da noite. "Esse irmão do Shaolin vai ganhar mais dinheiro caçando caranguejo no mangue da Paraíba do que imitando o irmão!", afirmou um telespectador entrevistado pela TV. "Mas que feio irmão usar da fama e pior da morte do Shaolin e essa emissora ter a capacidade de falar que esse cara parece com ele", criticou outro. "Não achei graça no irmão do Shaolin e muito menos o achei parecido", opinou outro.

    O Domingo Show apresentou como quadro e atração principal do programa seguinte à morte de Shaolin exatamente Joverlaine, que seria “muito parecido e teria o mesmo talento”.

    Mas o que se viu, após muito suspense, segundo relatou a revista PUREPEOPLE, foi uma pessoa com certa semelhança física, afinal eram irmãos, mas que em nada tem a ver em relação ao talento.

    Joverlaine bem tentou refazer os personagens vividos por Shaolin mas pagou um mico enorme, pois não era nada parecido. A imitação do cantor Leonardo, a melhor de Shaolin, deixou muito a desejar, Maria Bethania então nem se fala, Zezé Di Camargo foi uma piada, enfim, forçaram a barra, mas não deu para engolir.

    O constrangimento foi tão grande, que a própria produção do Domingo Show decidiu encurtar a apresentação de Joverlaine no palco e encerrou o programa antes do horário previsto.

    E ficou por aí... Agora, cantando em biroscas de pontas de rua, o irmão de Shaolin se contente com as doses de cana que temperam sua garganta.

    De Shaolin, eu e APALAVRA e todos os amigos que com ele juntos trabalhamos (Marcos Alfredo Alves, Josué Cardoso, Ubiratan Cirne, Euclides Veloso, Geovaldo de Carvalho, Narriman Rozendo, Tamar Celino, Marcelo Marcos, Onias Xavier, Vanildo Silva e tantos outros) só guardamos excelentes recordações.

    A PALAVRA, por meio de Mica, (Atalmir Araújo Guimarães) deu a Francisco Jozenilton (O Nito das pranchetas) tudo, inclusive a sua grande e definitiva marca – SHAOLIN!

    O resto ele construiu com seu inigualável talento, esse mesmo que o irmão moleque cobiça mas Deus não lhe deu.

  • SOU PAI DE PETRA!

    30/06/2019

    Petra Fernanda Campos Marinho é, sim senhor, nossa filha – minha e da Márcia.

    Até aqui, só orgulho nos tem dado.

    Das mulheres, é a segunda. Além dela, desfilam em nossa história de amor Camila, Virgília e Amanda.

    E nasceu em meio à grande festa brasileira de conquista do Tetra Campeonato Mundial de futebol pela seleção canarinha.

    Seu nome, por óbvia certeza, tem muito mesmo dessa histórica alegria nacional.

    É, como se percebe, maior de idade, e embora ainda vivendo sob o teto comum sabe onde bota seu nariz e jamais nos decepcionou ou envergonhou.

    Ela e os outros oito irmãos, ainda que sujeitos à vigilância familiar, são donos de livre arbítrio.

    Ir e vir lhes asseguramos adicionalmente ao que é garantido a todo brasileiro pela Constituição da República.

    Por isso, irrepreensíveis são as trilhas dos seus caminhos, sejam os sociais onde percorre com desenvoltura ao lado de uma grande legião de amigos; os profissionais onde com as próprias mãos operosas tem conseguido abrir portas providenciais em ajuda à saúde sobretudo dos mais carentes; os religiosos, onde goza da abençoada confiança sacerdotal em espinhosas missões de evangelização de adolescentes; e os desse mundo moderno gerido pela internet e suas mídias sociais, onde começa a despertar a insana inveja de muita gente que não consegue chegar aos seus pés...



     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     Tem ela o orgulho de ser filha de MARCOS MARINHO – já me confessou reiteradas vezes.

    E isso, embora a mim envaideça exponencialmente, aos olhos dos meus milhares de inimigos e agressores, é afiada faca de dois gumes.

    Infelizmente, PETRA e os demais filhos são vítimas por herança da inveja dos que se dão em Campina Grande por felizes em me detratarem desejando-me o mal e vida curta.

    Maior de idade e vacinada, PETRA tem vida própria que ela mesma conquistou sem a mínima ajuda desse pai tão visado por esses odientos mulambos que esquecem de cuidar das suas sombras.

    Tem personalidade firme e forte, é dedicada nos afazeres e obstinadamente consegue atingir sem percalços todas as metas do que se dispõe a fazer.

    Ela é um sucesso!

    E se eu fosse um pai-coruja, não hesitaria em dizer que PETRA é realmente um geniozinho...

    Faço esse esticado preâmbulo apenas para situar que na minha vida - e nem na dos meus filhos - inexistem esconderijos.

    Portanto, como nada fazemos às escondidas, a palavra MEDO também há muito tempo foi deletada dos nossos dicionários.

    E é por não ter MEDO mesmo que estou tomando providencias policiais e judiciais contra desocupada gente que se valeu do Instagran e de outras redes sociais neste final de semana para caluniar, difamar e ameaçar a integridade física da nossa filha pelo fato dela ter um cargo comissionado na Prefeitura Municipal de Campina Grande, como se isso crime fosse.

    Cargo em comissão, aqui e alhures, tem ato publicado em Diário (no caso de Campina, Semanário) Oficial.

    Com a portaria de Petra não foi diferente e a necessária publicidade - exigência legal - foi cumprida sem arrodeios e no tempo certo.

    Hoje, na condição de conceituada e acreditada blogueira, PETRA já tem mais de 10 mil seguidores, número invejável de acesos que seguramente dá de cambão em vários blogs e portais de todo o Estado, algo realmente merecedor de parabéns.

    E isso não se conquista à toa; se faz com trabalho árduo e dedicação, coisas que em PETRA  viraram marca.

    A mim e nem a ela cabe dar satisfação individual a quem quer que seja do que ganha ou do que faz, até porque os atos da prefeitura são obrigatoriamente inseridos em portal de transparência do Poder Público municipal e estão abertos à disposição pública no Sagres do Tribunal de Contas do Estado.

    Comissionados no Executivo (PMCG, Governo do Estado ou Governo Federal), no Poder Judiciário, nas Cortes de Contas e no Poder Legislativo, são cargos de confiança das autoridades respectivas, a quem cabe assinalar a frequência laboral e determinar local de trabalho, periodicidade de jornada laboral e respectivas tarefas.

    Lamento entender que os caluniadores e difamadores de PETRA não gozam da confiança do nosso alcaide e nem de nenhuma outra autoridade dos poderes acima citados, daí o estrebucho criminosamente desinformado e sem nexo.

    Petra vai continuar fazendo o seu trabalho de assessoria em mídias sociais para quem a contratou e eu, seu pai, vou tomar conta das petições à Justiça onde enquadrarei um a um os que estão a ameaçar a sua vida e àqueles e àquelas que lhe prometem surra em via pública.

    A internet, para quem não sabe, tem um marco regulatório e os crimes são punidos exemplarmente. Retratação no mesmo espaço é um remédio para os incautos antes que a mão da Justiça os alcance.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Maria Régis

    10/06/2019

    Há exatos 42 anos e meio, eu um coitado “paraíba” tentando a vida na selva de pedra brasileira, dela recebi solidariedade, carinho e conforto - tudo o que de mais precisei naquele instante de dor em que por muito pouco não vi o meu primogênito Bruno cerrar os olhos para a vida depois de sofrer um acidente doméstico em Guarulhos, onde morávamos.

    Viver em São Paulo nunca foi moleza, especialmente para nordestino metido a desbravador como eu, e ainda por cima liso, porém orgulhoso. Orgulho, aliás, que me deu coragem para enfrentar de cabeça erguida todas as adversidades e preconceitos que de modo brutal me empurravam para o caminho de volta.

    Obstinado, dizia sempre a mim mesmo: “só volto pro meu Cariri no último pau de arara...”, e assim foi. Me pautei para vencer; provar que era bom no meu mister de jornalista e que somente meu currículo seria chave para conquista de emprego e prosperidade.

    São Paulo foi minha maior universidade. Calejou-me para a vida e para os problemas que ainda hoje - em dúzias - aparecem. Lá eu venci, mas não fossem a minha irmã Iza com sua abençoada mão acolhedora dando-me abrigo até que portas começassem a se abrir, e Maria Régis, a irmã “paulista” de minha cunhada Hosana que no meio da dor me encaminhou ternura e bálsamos, com certeza a travessia teria sido um terror.

    Hoje, morando na sua Paraíba ao lado dos manos Hosana, Ana, Agustinho (Titi), Joaquim (Sinhorzinho) e Jair, a amiga querida sobe aos Céus, aliviando-se do dilacerante peso do maldito câncer que, em nossa família e entorno, já levou muitos dos nossos entes amados.

    De Maria Régis guardo somente bons momentos, boas risadas, ótimos encontros, felizes bate-papos. E tenho a certeza de que ela, agora nos umbrais da Eternidade, mais ainda despejará sobre nós as maravilhosas fagulhas do se amor infinito.

    Nos encontraremos, Maria!!!

  • ‘FOIÇADA’ EM VENÉ

    31/05/2019

    Em artigo que publicou no seu portal ‘ResumoPB’, já reproduzido no site de Gutenberg Cardoso (PolêmicaPB), o radialista Milton Figueiredo especula sobre uma possível nova aliança entre Ricardo Coutinho e Romero Rodrigues com vistas a pleitos futuros, alijando do panorama político ao mesmo tempo Cássio Cunha Lima e Veneziano Vital do Rego.

    Embora um tanto vesga, a análise de Miltinho não é de todo desprezível e merece uma desconfiável espiada, considerando sobretudo o seu indisfarçável poder de ‘porta-voz’ do prefeito de Campina Grande, o que leva a se depreende seja o texto uma encomenda de ocasião.

    “Será que a estrutura de governo e alguns deputados acham que Ricardo Coutinho estaria morto politicamente?”, indaga o radialista partindo para uma outra pergunta: “E se Ricardo Coutinho se unir a Romero Rodrigues, as duas maiores aprovações eleitorais e de gestão da Paraíba, de que tamanho ficaria João Azevedo?”.

    Miltinho concluiu com uma assertiva e uma foiçada

    A assertiva é de que Romero agora tem legenda própria e não dependeria de Cássio mais para nada.

    Já a foiçada alcança o incerto futuro do senador Veneziano ao lado de Ricardo: “Ricardo deu o senado de presente e está levando somente “CANTO DE CARROCERIA”!, diz Milton argumentando que até agora não se viu o ex-prefeito de Campina Grande defender o ex-governador em absolutamente nada.

    INVASÃO NO PARQUE

    Além de completamente ilegal, a invasão que a prefeitura de Campina Grande autorizou fosse feita no Parque Evaldo Cruz (Açude Novo) nesse período de São João é vergonhosa.

    Além das dezenas de barracas montadas em redor do local avançando pelas calçadas e destruindo os jardins, o mais deplorável é a montagem de um parque de diversões sobre parte do espelho d’água no centro – aquele que na gestão anterior enchia os olhos de nativos e visitantes com o espetáculo das águas dançando ao som de músicas clássicas e iluminadas com jatos de luzes coloridas.

    Tenho prá mim que Romero não sabe disso.

    O BODÓDROMO

    Outra profunda ilegalidade está acontecendo - e é óbvio, com autorização da PMCG - no restaurante Bodódromo, em José Pinheiro.

    Parecendo dono também da rua, o dono do estabelecimento invadiu calçada e estrada, cercou tudo com varas, decorou o espaço com bandeirolas juninas, botou mesas e cadeiras e quem se arriscar a curtir o ilegal recinto pode sofrer sério acidente acaso algum desavisado motorista sobre na curva que principia a artéria.

    Também acho que Romero tá por fora disso!

    Mas, como é para esculhambar mesmo, acho melhor Félix Neto e a STTP fecharem a rua de uma vez por todas e privilegiar ainda mais o dono do Bodódromo.

    Quem sabe, não sejam presenteados com uma buchada das boas!

    DIRETOR DO TREZE


    Presidente do Clube Campestre, onde vem fazendo uma gestão modelar, o irrequieto Alex Marcolino agora aumentou as suas responsabilidades para com a Rainha da Borborema e passa a ser diretor de futebol amador do Galo da Borborema.

    Sua missão: dar dignidade ao trabalho de base formando atletas que realmente de lá saiam para engrandecer não somente o time, mas o futebol profissional do Brasil.

  • FALSIDADE E MENTIRA NO PÓDIUM

    13/05/2019

    A nova metodologia implantada pela Secretaria de Comunicação Institucional do Governo (SECOM) por recomendação do Tribunal de Contas do Estado, para a contratação de espaços em blogs e portais a partir de determinados números de páginas visitadas, acaba por instituir no mercado de comunicação um novo e atraente - porém escabroso - negócio: a compra de pacote de impulsos.

    Como os banners institucionais só estão sendo disponibilizados para quem provar que tem boa “circulação”, veículos novos e mesmo aqueles mais antigos e sem nenhuma expressão jornalística, criados tão somente para se beneficiarem de dinheiro público, enveredaram pelo desonesto caminho de burlar a realidade, sem o que seriam excluídos do processo.

    Isso aconteceu na última campanha eleitoral e o resultado está aí: a eleição de um desajustado como Presidente da República, “vendido” nas redes sociais como um mito que viria salvar a Nação e dar prosperidade coletiva.

    Hoje, na Paraíba, a inexpressividade que campeia na internet a partir do exagerado número de blogs e portais descompromissados com a lida jornalística, passou a ter privilégios.

    Ou seja, a falsidade e a mentira subiram ao podium.

    Voltarei ao tema!

    NOTAS

    KALIULKA - Há 23 anos na Campina FM, onde chegou quando a família fazia sua festa de debutante, Kaliulka Vólia foi mandada embora semana passada. Contenção de despesas é um dos motivos, mas o outro é que ela já expressava mais amores pela TV Borborema, onde brilha na tela como expressão de primeira grandeza, e isso minha prima Marilena Motta estava engolindo seco.

    MANSO - Quem começou a semana recebendo má notícia foi o impecável e brilhante jornalista Josusmá Barbosa, a quem todos os confrades carinhosamente chamamos de “Manso”. Logo cedo, ao chegar para o trabalho, ganhou sua carta de demissão. E, ao que me informaram, ele apenas encabeça uma lista com mais de 10 nomes no Sistema Paraíba e que inclui, além de empregados do Jornal da Paraíba, alguns da CBN e outros da TV Paraíba.

    CORREIO - Operando no vermelho há meses, também quem deve demitir vários empregados nos próximos dias é o Sistema Correio de Comunicação. A faxina geral vai pegar o jornal, a TV e todas as rádios da rede no Estado. Aqui em Campina as mudanças seriam iniciadas pela equipe do jornal do fim de tarde, cujo Ibope (e o faturamento) vem descendo assustadoramente a ladeira desde a saída de Milton Figueiredo.

    SECOM - Quem deve ter portaria em breve publicada no Diário Oficial do Estado é o jornalista Apolinário Pimentel. Por indicação política, e assim atropelando resistências internas da cúpula do órgão, “Poli” salvo alguma deliberação de última hora, será mesmo nomeado assessor da Secretaria de Comunicação do Governo em Campina Grande.

    CARDOSO - Depois de ‘amargar o pão que o diabo amassou” no grupo político que apoia e defende (dos Rego), o jornalista Josué Cardoso finalmente ganhou um cargo público e agora passa a ser comissionado do Senado, lotado no gabinete de Veneziano Vital do Rego, que lhe deu o menor salário do gabinete, um AP 01, algo em torno de R$ 2.800,00 incluindo o Vale Refeição de pouco mais de R$ 900,00 e ainda assim pelo menos menor em R$ 16.000,00 do SF 01 dado ao jornalista Carlos Magno, que leva prá casa todo mês incluindo o Vale Refeição um contracheque de R$ 18.964,84.

  • OLHOS QUE DERRUBAM...

    04/04/2019

    O fechamento de uma casa comercial - ou industrial - não é mais fato relevante nesse Brasil de tantas idas e vindas.

    “Fecham dez, abrem-se 20”, dizem apressados otimistas.

    E por aí vai!

    Óbvio que dói, porque a economia se abala e principalmente os pais de família que ficam sem emprego sofrendo ainda mais.

    Essa roda muito viva teima em machucar Campina Grande e ontem a mídia noticiou o fechamento de dois especiais estabelecimentos da nossa gastronomia: os restaurantes ‘Do Baixinho’ e o ‘Villa Antiga’.

    Alguém haverá de lembrar que, por coincidência, três dias antes o Grupo Heron Marinho inaugurou um finíssimo restaurante no seu complexo arquitetônico erguido na entrada da cidade de quem vem da Capital.

    Uma compensação, vá lá que seja...

    Campina Grande, particularmente, ao longo da sua dura história sofreu muitos reveses por conta exatamente de fechamentos.

    Daqui levaram um Batalhão do Exército e, em troca, lá na Palmeira botaram uma simples companhia.

    Levaram a SANESA, sob justificativa de fortalecer a CAGEPA.

    A TELINGRA, a título de engordar a Telpa...

    Até uma secretaria de Estado aqui sediada e a CDRM (Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais) o último Governo arrastou para a beira do Atlântico.

    A iniciativa privada também caprichou na debandada.

    O Café São Braz foi para Cabedelo.

    O Jornal da Paraíba foi para João Pessoa.

    O Diário da Borborema, antes de ser definitivamente sepultado, deu fim às suas máquinas e passou a ser impresso em oficinas de O Norte, em João Pessoa.

    A Wallig Nordeste, pr’as cucuias!

    E não nos esqueçamos que Cássio Cunha Lima vendeu a CELB!

    São fartos os exemplos da debandada e aqui eu precisaria de mais uns dez parágrafos para listar empresas e instituições que deixaram de dar emprego e renda à Rainha da Borborema.

    Deixemos para os historiadores!

    Hoje quero focar no fechamento do Restaurante do Baixinho, que não somente eu lamentei, mas igualmente muita gente amiga do humilde careca empreendedor.

    Conheço o careca - ou Baixinho - desde quando ele era garçon do Miúra de Valmir, outra casa de pasto bem frequentada que foi engolida pela crise.

    Mas meu lamento não se restringe aos empregos perdidos, aos pais de família desempregados que sequer hoje tem a certeza de receberem as suas indenizações.

    Lamento pela dor que sei estar urrando dentro d’alma de Carlinhos (o Baixinho trabalhador).  

    Ele deixou de ser garçon, com fé botou seu próprio negócio e foi à luta ao lado de Gorete, sua amada esposa e incansável mão direita.

    Inveja e outros que tais derrubaram-lhe a primeira investida, no Açude Velho.

    Mas ele tocou o barco e abriu nova casa no bairro do São José, onde a sua fiel freguesia também migrou.

    O olho grande sobre o investimento cresceu e ele ruiu de novo, mas fixou-se logo em outro endereço bem próximo no mesmo bairro, vindo a ser derrubado outra vez.

    Ainda assim levantou o topete (que não tinha) e se instalou ao lado da AABB inovando com um cardápio diferenciado que logo fez lotar diariamente o estabelecimento.

    Era, na época, sem dúvidas a melhor comida regional de Campina Grande e outra vez o olho grande de falsos amigos o levou à falência.

    Foi quando a garra da mulher sertaneja falou alto e o Baixinho, ainda meio tonto, aceitou o argumento da amada para trabalhar no meio da rua em um trailler no Açude Novo, comprado em sociedade com um garçon amigo e onde passou a oferecer à noite campinense o espetacular Filé à Parmegiana – divisor de águas na sua bonita história laboral.

    Lá, enfrentando a madrugada fria e a bandidagem noturna, Carlinhos e Gorete se levantaram.

    Sem apoio de banco, instituição pública, de ninguém; só com a força do trabalho e a fé em Deus.

    Veio a casa do Paulistano e o adeus ao trailer; e surgiu o belo ‘Restaurante do Baixinho’, top na cidade e que agora desmoronou certamente abatido pela crise nacional mas também com ajuda daqueles mesmos olhos grandes de muitos que os arrodeavam.

    Gorete e Carlinhos são empreendedores natos.

    Botaram os filhos dentro do negócio, à medida em que cresciam, e fizeram mais: ajudaram a todos os parentes que corriam para Campina Grande fugidos da miséria da seca em Diamante, Boa Ventura e Itaporanga, de onde vieram pioneiramente.

    Vi gente chorar pelo fechamento do restaurante, mas também vi neguinho sorrir...

    Só sei de uma coisa: o Baixinho não é de cair e ficar no chão.

    Força, queridos Carlinhos e Gorete! 

  • O coice do filho do poeta

    18/03/2019

    Que Ronaldinho Cunha Lima sempre foi um insano, isso não é novidade nem pr’os pombinhos de Pinta Cega na Praça da Bandeira...

    Que continua sem nenhum tiquinho de caráter, essa é outra constatação que até os maloqueiros do Beco do Califon conhecem há tempos...

    Que dá coice de modo desaprumado e por vezes põe-se a rinchar - imaginando sorrir - das próprias mazelas, este é outro elemento muito vivo no seu cada vez mais repreensível comportamento.

    Que é um homem inteligente, isso também é verdade.

    Afinal, do pai-poeta conseguiu conservar pequenos tiques de bom humor, que os distribui agora de modo muito raro e ainda assim somente quando poções não recomendáveis lhe atiçam eventuais instantes de alegria.

    Ontem, por exemplo, Ronaldinho passou de todos os limites que recomendam o bom senso e a civilidade humana, ao tentar desmoralizar o jornalista Tião Lucena com a gravação de um áudio onde se destrambelha e prova a falta que faz hoje, em Campina Grande, o hospital João Ribeiro.

    Ouvir o destempero do ex Vice-Prefeito (sic!!!) da Rainha da Borborema traz-nos a constatação de que Romero Rodrigues prestou realmente sábio serviço ao Município quando o desalojou do Palácio do Bispo.

    Campina não merecia, de modo algum, tê-lo autoridade por mais nem um instante!

    Embora advogado, por isso mesmo suposto conhecedor das leis e de como deve um Homem se portar em sociedade, o irmão mais velho de Cássio está tão chulo no linguajar que é recomendável se desconfiar de como conseguiu diplomar-se em curso superior.

    Quem se arrisca a ouvir esses vômitos de Ronaldinho o mínimo que pode dizer é que ele continua um irresponsável moleque – na mais perversa acepção do termo; anos-luz de distância da candura que, no seu saudoso pai, só veio a ser tisnada em um maldito dia – lá no Gulliver.

    Mas o que mais encharca a inteligência paraibana com essa idiotice de Ronaldinho é o fato de que ele solta seu “pum” na véspera do dia em que o calendário marca o nascimento do bem lembrado genitor.

    Menos mal, talvez, porque assim aqueles que circunstancialmente poderiam continuar a vê-lo como “raça” boa do aniversariante, ganharam irredutíveis motivos de sobra para atestar a sua péssima índole.

  • RESSUSCITANDO "APALAVRA"

    13/03/2019

    Há um ano e meio APALAVRA sofreu o seu mais duro revés, quando Hacker’s a invadiram, tirando-a do ar.

    Foi um crime premeditado e com autores locais, ávidos por nos amedrontar e destruir o jornalismo investigativo e corajoso que são marcas do jornal.

    Nosso prejuízo, incalculável, nunca será compensado.

    Foram mais de seis mil arquivos fotográficos e milhares de textos de um minuto para outro apagados definitivamente da História paraibana.

    A empresa com quem mantínhamos vínculo - S. Toledo, de Campina Grade - e que por força contratual estava obrigada a garantir backup das postagens, esquivou-se, não nos deu assistência e simplesmente disse que os arquivos estavam irrecuperáveis, deixando no ar um odor fétido de cumplicidade com o crime perpetrado.

    A Justiça, convocada, ainda analisa a ação.

    Hoje, por um acaso, voltei a abrir minha velha conta pessoal no Twitter, que desde aquele tempo eu também perdi o desejo de acessar. Nela, minhas postagens se resumiam a divulgar algumas das manchetes d’APALAVRA (e alguns tópicos das minhas colunas), com link para quem quisesse acessá-las.

    E para que o leitor possa avaliar a imensidão do prejuízo copiei parte dessas postagens, abaixo listadas, em contribuição à História.

    Não temos textos nem fotos – nem documentos em determinados casos – mas dá para ver a riqueza de temas abordados, agora perdidos para sempre.

    Confiram:  

     - “Maranhão é flagrado enchendo tanque de seu avião com dinheiro do Senado”

    - "Ex-secretário de Vené teria pago pesquisa que sairá quinta; empresa já fraudou resultado em Minas Gerais"

    - “Defendendo Dilma e RC dos ataques do vice de Campina secretário traz caso turmalina de volta à ribalta”

    - “VENDA DA CELB (III) - Como a empresa foi vendida 100% e os seus empregados enganados”

    - “Tiro de 12 de Inácio empurra Veneziano de mala e cuia ao projeto de reeleição de Romero”

    - “Playboy campinense apadrinhado por Veneziano é o novo amor de Pâmela Bório”

    - “CHUTE EM DILMA - Deputado do PT qualifica da tribuna Veneziano como mentiroso e ingrato”

    - “Veneziano falta com a verdade e mantém afilhado em estratégico cargo da República”

    - “Prata da casa” em Campina vai receber no São João cachês do mesmo modo que celebridades”

    - “Procurador Geral de Campina para Veneziano, parafraseando Ricardo Boechat: "vai procurar rola!"

    - “Respondendo Veneziano procurador diz que deputado “tem jeito de veado” e contempla peitorais de homens”

    - “Portal lembra começo da vida profissional de Shaolin no jornal A PALAVRA”

    - “Cássio gastou do ‘cotão’ mais do que o dobro de Lira e Maranhão juntos”

    - “Único ser vivo a tirar Shaolin do sério Veneziano passa dia em rádios exaltando comediante”

    - “Dércio: Vené posou para Cacio, a foto não foi aprovada e por isso não existe conta”

    - “A PALAVRA mostra documentos que geram fato determinante para Câmara cassar prefeita do Conde”

    - “Cássio se diverte com carta de Renan chamando Temer de ‘mordomo de filme de terror’”

    - “Câmara de Campina paga ‘mico’ em sessão sem público para detonar criação do TCM”

    - “A criação do TCM e a “sinuca de bico” envolvendo o governador Ricardo Coutinho”

    - “Designer consagrado confirma que marcas da UEPB são tecnicamente imperfeitas”

    - “Campinense é 11º clube no ranking do NE em arrecadação”

    - “Assembleia aprova orçamento 2016 já incluindo 0,4% para TCM”

    - “Veneziano caloteia Cacio Murilo e ainda usa foto não paga em cartão de Natal”

    - “Padre ‘rouba’ cena no Conde em festa do PSB para apresentar candidata”

    - “Medroso na CPI Alex Azevedo surge corajoso e falastrão em defesa de Bolsonaro”

    - “Jornalista diz que “Mulher em Ação” do PMDB tinha mais homens e foi um fiasco”

    - “Obstetra campinense foi quem descobriu nova causa de microcefalia em bebês”

    - “Friboi (JBS) compra Alpargatas e empregos da fábrica de Havaianas podem sofrer redução”

    - “Traição a servidores do Judiciário garantiu a Wellington Roberto nomeação de afilhado no DNIT”

    - “É dever dos políticos criar programas de convivência com a seca para que o povo não morra esquálido como gado sem carne no meio da caatinga”

    - “Zé Américo sabia o que dizia. Que o roubo na seca é escandaloso. E praticado quase que institucionalmente por políticos carreiristas”

    - “A seca no Nordeste é o inverno dos ladrões”, disse no melhor estilo José Américo de Almeida, um paraibano que honrou as calças que vestia”

    - “Boqueirão morre, sim, mas os novos e velhos coronéis encastelados na elite estadual encorpam mais vidas para mais maldade produzirem”

    - “A entrada do açude Boqueirão no volume morto reacendeu a volúpia demagógica dos políticos profissionais que infestam a PB velha de guerra”

    - “Políticos X seca: só demagogia”

    - “AMIDI é implodida e Gutenberg Cardoso por pouco não dá surra em Eduardo Carlos”

    - “Presidente da AMIDI diz que entidade está aberta para receber associados de toda a Paraíba”

    - “PERDA DE RESPEITO DA OAB - Confira a "bomba" de Júnior Gurgel”

    - “Irmão de Lindberg Farias (Carlos Frederico) candidato na OAB-PB teria ‘lavado’ R$ 10 milhões em Nova Iguaçu”

    - “TCE informa que gastos com diárias representam apenas 0,77% do orçamento anual”

    - “Romero e Veneziano em xeque por uma mesma bomba: sumiu o dinheiro para revitalizar a feira de Campina Grande”

    - “O socialismo me convocou”

    - “Veneziano ‘mata’ Campina e prega ressurreição; Galdino otimista propõe “nova história””

    - “NA MIRA TUCANA - sobre o ‘fogo amigo‘ que busca incinerar o prefeito Romero Rodrigues”

    - “Ministério do Trabalho confirma que JGR era empresa ‘laranja’ na administração de Veneziano em Campina”

    - “Quando o PMDB festejava a cassação de Cássio e a volta ao Poder foi o V quem jogou água na fervura da tropa e a fez recuar”

    - “Certo dia, cobrando-lhe a entrada de Maranhão no guia eleitoral, me disse que o senador gravando ou não pouco ou nada influiria no pleito”

    - “É por isso que Veneziano amarga ostracismo dentro da Casa que lhe deu prestígio”

    - “Nunca passou pela cabeça do V que Maranhão, Zé Luiz, Ricardo, o trator Ney Suassuna e outros nomes do PMDB tivessem lhe dado alguma mãozinha”

    - “Suas vitórias em Campina, contra o grupo forte de Cássio, foram sim uma proeza. E ele não as divide com ninguém, que o ego não deixa”

    - “Veneziano vai sair do PMDB, mas não quer ser um deserdado. Tem lá seu quinhão na legenda, isto é certo”

    - “Nessa carreira solo Vené pretende ter a sabedoria que sempre lhe faltou e que, no irmão ministro, ainda há em excesso”

    - “Ou melhor, quando o seu momento avestruz não aparece e lhe rouba a cena e a coragem. Como já aconteceu ENE vezes!”

    - “O cabeludo é um cara matreiro, escorregadio, engolidor de sapos... Quando quer, óbvio”

    - “Sem falar na mosca que pousou atrás da orelha de Maranhão e que anda com ele pelos corredores do Congresso e das sedes do PMDB”.

    - “Esses são declarados e, por isso mesmo, menos perigosos do que os enrustidos que lhe fazem juras de amor”

    - “O V perdeu a unanimidade do passado onde era estrela de 1ª grandeza. Contra ele não conspira apenas Manuel Jr. e os prefeitos que lhe seguem”

    - “O problema de Vené é engendrar a melhor estratégia para continuar dando ordens no partido disfarçando que morre de amores por Maranhão”

    - “Não existe em Campina, onde até os pombinhos de Pinta Cega convivem com a certeza, dúvida nenhuma de que Veneziano vai largar o PMDB”

    - “Vice prefeito abandonado por Veneziano é nomeado assessor político de Romero”

    - “Restaram claro duas certezas: o PMDB na Paraíba virou mula sem cabeça; e a mula está sob total monitoramento da tucanada de Cássio”

    - “Na realidade o que os caciques em declínio do PMDB fizeram foi simples e previamente planejado – dar motivos a RC para romper a aliança já”

    - “E nem foi por educação ou cortesia que o PMDB recebeu com sorrisos e abraços o ex-deputado Ruy Carneiro, presidente do PSDB da Capital”

    - “Não foi por ingenuidade que Maranhão e Mané Jr. botaram no recinto, enchendo-o de mimos, o Líder da oposição na Assembléia, Renato Gadelha”

    - “O fito dos organizadores da convenção do PMDB foi um só: insultar Ricardo Coutinho e por extensão a comunidade girassol do PSB”

    - “Espécie de Torre de Babel chinfrim a reunião da outrora respeitável legenda exalou ares de casa de recurso”

    - “Monitorada por Cássio Cunha Lima (PSDB) a convenção municipal do PMDB em João Pessoa foi uma zorra”

    - “Monitorado por Cássio PMDB provoca governador e põe aliança com PSB em risco”

    - “Secretário de Finanças de Veneziano entra mudo e sai calado na CPI do tesoureiro”

    - “VENDA DA CELB (II) – Um ‘estupro’ coletivo só comparável à barbárie de Queimadas”

    - “VENDA DA CELB (I) - A verdade de uma página negra que Campina Grande vai conhecer”

    - “Prefeita do Conde dá coice em Genival Matias e larga PT do B para disputar reeleição no PMDB”

    - “Elogio de Aécio a Raimundo Lira faz paraibano inflar na cadeira de Renan Calheiros no Senado”

    - “Deputados da PB gastaram R$ 1.8 milhão em seis meses; Veneziano é o campeão”

    - “Vice prefeita sai do casulo e monta ‘cabana’ em Brasília na busca de salvar o Conde do desastre”

    - “Na véspera da cirurgia para extirpar um câncer Ricardo Barbosa se ajoelha em Aparecida do Norte”

    - “Ausência de Maranhão frustra PMDB de Campina no dia em que Nilda passa comando a Veneziano”

    - “Dono da empresa envolvida na denúncia de Rennan contra Vené é encontrado morto em Campina”

    - “Representação atual paraibana no Senado é atestada como a mais pífia da história”

    - “Ex-tesoureiro revela provas do “esquema” dos irmãos Rego e complica situação”

    - “Rennan inocenta Lafitte: “ele assinou cheques sem saber que estava praticando crime””

    - “POR CIMA DE PAU...: Janot pede continuidade de investigação contra ministro (Vitalzinho) do TCU”

    - “Maranhão é o senador brasileiro que mais faltou às sessões neste semestre”

    - “Não vejo outro nome na atual conjuntura que melhor possa reenquadrar a ‘velha senhora’ da classe ao modernismo que a sociedade exige”

    - “Sou eleitor, cabo eleitoral e, se precisar, FINANCIADOR também da campanha de João Pinto para a presidência da API”

    - “Depois não venha se queixar de que o tapete foi puxado”

    - “De licença em licença - e já são tantas - dá até para pensar que Romero continua a perder o saboroso gostinho de governar Campina Grande”

    - “Ficou apenas menos atraente, o que são outros quinhentos. Zé, a meu ver, era a tal “cláusula pétrea” do evento”

    - “É claro que o São João de Campina não ficou menor com o corte de Zé Ramalho da grade de artistas para o Parque do Povo”

    - “NILVAN CONTROLADO (!?) - nova coluna de Marcos Marinho”

    - “Giovanni, Arquimedes, Fábio Rocha, Morib, Fabiano Gomes... Degola no Correio está sendo gigante”

    - “Justiça penaliza Samuka Duarte e manda indisponibilizar seus bens”

    - “Sumido há um mês Maranhão desmente AVC e posse de Nilda em seu lugar: “Vamos ao trabalho!””

    - “Ex-mulher de Ricardo Coutinho tenta matar babá do filho e ‘incendeia’ mídia da Paraíba”

    - “Treze e Auto empatam no Amigão e “morrem” abraçadinhos na disputa pelo título do paraibano

    - “IMORAL: Blogueiro paulista denuncia parceria de Alexei com juízes da PB em venda de sentenças”

    - “Conselheiro político de Veneziano ataca Coutinho e diz que gestão é “uma lástima””

    - “Tiro que Alexei Amorim deu em filho de Arnaldo da Clipsi pode lhe custar mais de R$ 1 millhão”

    - “Oportunidade: site de filme pornô (Brasileirinhas) quer contratar aluno de comunicação ou de letras”

    - “Câmara de Campina concede a editor da 93.1 FM maior honraria da Casa”

    - “Veja faz chacota com Veneziano e compara processos dele no STF ao jogo de 7 x 1 da Alemanha contra Brasil”

    - “Líder da oposição leva PM à lona e diz que policiais estão perdidos e inoperantes”

    - “Morre aos 78 anos em Brasília ex-deputado federal Edme Tavares”

    - “Marinho: final melancólico do 2º mandato não credencia Veneziano a se candidatar a prefeito”

    - “Na corrida por quem gasta mais em Brasília Veneziano bate Damião e já é o segundo”

    - “Juiz armado baixa as calças durante audiência e promotora com medo denuncia o fato”

    - “Catedral de Campina Grande realiza Casamento Coletivo e proporciona Sacramento do Matrimônio para nove casais”

    - “Lira ‘descobre a roda’ e quer construir barragens em volta de Boqueirão para salvar Campina”

    - “Incrível: 94% dos paraibanos desaprova Lira e diz que ele está “sem rumo””

    - “Articulação vergonhosa para barrar shopping em Cabedelo envolve Cássio, seu tio Fernando Catão e ONG de Campina”

    - “Maestro caloteado no Conde leva APALAVRA a descobrir estranhas ‘curiosidades’ no contrato do Carnaval”

    - “Vereador de Campina Grande discursa em causa própria e qualifica servidor público de ‘bosta’”

    - “Vereador que destruiu complexo Plinio Lemos em Campina Grande propõe cafezinho grátis para eleitores”

    - “Linha de cerol que Nilda não conseguiu proibir passa a ser prioridade do mandato de Veneziano”

    - “Condenação por improbidade divulgada hoje pelo TJ sepulta sonho de Vené disputar eleição para prefeito”

    - “TERCEIRIZAÇÃO: Veneziano dá o famoso “ré prá trás” e deixa eleitor ainda mais desconfiado”

    - “CARTA ABERTA A VENEZIANO sobre a decepção que em mim gerou seu voto pela terceirização ontem em Brasilia”

    - “Coincidência no TCU levaria Vital a decidir sobre pensões para viúvas do seu pai”

    - “Vital diz que Senado vai permutar com TCU apartamento que ele ocupa em Brasília”

    - “Assessor de Lira revela que TCU paga ao Senado aluguel do AP de Vitalzinho”

    - “Virou chavão, mas neste Dia do Jornalista vale lembrar: "Jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados" (Millôr Fernandes)”

    - “Gastos de Benjamin Maranhão com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 12.816,44”

    - “Gastos de Pedro Cunha Lima com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 13.407,28”

    - “Gastos de Efraim Filho com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 14.972,40”

    - “Gastos de Rômulo Gouveia com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 17.570,10”

    - “Gastos de Wellington Roberto com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 19.068,71”

    - “Gastos de Aguinaldo Ribeiro com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 23.311,72”

    - “Gastos de Luiz Couto com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 26.025,24”

    - “Gastos de Wilson Filho com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 38.477,90”

    - “Gastos de Manoel Júnior com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 40.931.84”

    - “Gastos de Veneziano Vital do Rego com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 43.392,26”

    - “Gastos de Hugo Motta com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ 62.829,71”

    - “Gastos de Damião Feliciano com o COTÃO em Brasilia (fevereiro e março): R$ R$ 45.481,20”

    - “Hugo, Damião e Veneziano são campeões na ‘gastança’ pública em Brasília”

    - “O crime dos peixes no Conde ficou provado. É só o Ministério Público ou a Justiça requererem cópia do áudio à direção da Jacumã FM”

    - “Caladinho, o senador Lira vai desmontando a estrutura que Vitalzinho deixou para ajudá-lo. Já caíram Kennedy Sales e Edil France”

    - “A nomeação de Julio Paiva por Maranhão para AJUDANTE PARLAMENTAR desagradou a um monte de amigos do senador em Campina Grande”

    - “Na politicagem dos peixes prefeita do Conde-PB faz heresia: “Nem Deus impedirá que a gente ganhe em 2016””

    - “Dos R$ 16,23 milhões que teve direito no orçamento Nilda Gondim só botou R$ 100 mil para Campina”

    - “Cássio cumpre, como Capitão do Mato, as ordens virulentas das oligarquias quatrocentonas paulistas”

    - “Portal Brasil 24/7: "Não mate o seu pai de vergonha, senador Cássio Cunha Lima””

    - “Nilda Gondim aniversaria e filhos destacam sua atuação em favor da Paraíba”

    - “Agora temos um deputado genérico, sim senhor; Veneziano Vital do Rego. Melhor dizendo, o deputado das EMENDAS GENÉRICAS. Eita, saída pífia!”

    - “Ora, se as emendas do V são GENÉRICAS por que Picuí ele nominou a indicação de R$ 500 mil? Temos que chamar um tradutor!!!!”

    - “O Português falado por Vené não é realmente o meu Português. Suas emendas seriam GENÉRICAS e por isso Campina ficou de fora por enquanto”

    - “Governadores do Nordeste se encontram com Dilma e pregam apoio ao seu Governo”

    - “Essa surpreendente história nunca contada sobre Rômulo Gouveia você encontra n’APALAVRA”

    - “Rômulo é NOBRE mesmo. E, pasmem, descendente de Pedro Álvares Cabral, o descobridor da Pátria amada Brasil. Quem diria?”

    - “Mas, agora A PALAVRA descobriu tudo sobre Rômulo. Porque ninguém é inquebrantável, inescondivel. E depois porque segredos não são eternos”

    - “Discreto, Rômulo nunca espalhou a notícia da nobreza. A origem genealógica que lhe torna um homem nobre. Preferiu ver o andar da carruagem”

    - “Sofrido na vida miserável da periferia campinense Rômulo saiu do Jeremias a duras penas para com esforço próprio brilhar no plano nacional”

    - “O deputado federal e ex-governador Rômulo Gouveia (PSD), nascido em Campina Grande no mais pobre dos berços da cidade, é um nobre”

    - “EXCLUSIVO E SURPREENDENTE - Rômulo Gouveia descende de Pedro Álvares Cabral e nomeia 40% de NOBRES para seu gabinete”

    - “Sem explicar cobrança dos R$ 2 milhões, assessoria de Vené bota mais suspeição na história”

    - “Meu voto é de CABRESTO e por isso faltando dois meses e meio para as eleições informo que meu candidato à presidencia da API é João Pinto”

    - “Juntos no Parlamento, Rômulo e Vené se distanciam na hora de ajudar CG: o gordo é generoso; o cabeludo sovina”

    - “Veneziano despreza Campina e não bota no orçamento federal um único centavo para a cidade”

    - “Sorteio das quartas da Copa Nordeste bota Campinense de novo contra o Bahia”

    - “Jacumã FM estréia Mesa Redonda e traz de volta Marinho aos microfones da Paraíba”

    - “Fábio Maia aponta gestão RC como a responsável por evitar crise na Paraíba”

    - “SAUDADES DE RONALDO CUNHA LIMA - O HOMEM, O POETA! NASCEMOS NESSE MESMO DIA 18 E EM ALGUMAS OCASIÕES COMEMORAMOS JUNTOS A DATA”

    - "Paraibano vitima de racismo por chefe no ‘Correio da Paraíba’ ganha prêmio Tim Lopes de jornalismo em São Paulo”

    - “Vendida para o ‘HapVida’ TV Borborema muda estúdios para o bairro da Prata”

    - “Prefeitura de Campina pagou subvenção da AACD, mas informa que o valor foi reduzido pela Câmara Municipal”

    - “AACD paralisa atividade em Campina, culpa prefeitura e esquece dinheiro do Teleton”

    - “CMS pede desculpas por equívoco mas reitera que mortalidade no ISEA é anormal”

    - “Secretaria contesta índice de mortalidade neonatal no ISEA divulgado pelo CMS”

    - “Cães e gatos são “parte da família” e já podem voar em aviões da Gol”

    - “Cristo na CMCG relegado a segundo plano pelo mais católico dos vereadores”

    - “Rodovia Antonio Vital do Rego é inaugurada por RC resgatando sonho de décadas do Cariri”

    - “Melhor que novela da Globo: irmã contratada por prefeita no Conde não é irmã, é filha”

    - “Hugo Motta e Veneziano foram os deputados mais gastadores no primeiro mês de mandato"

    - “Sem ser Luíza, secretária de Finanças do Conde viaja ao Canadá como quem vai a Santa Rita”

    - “O outro “berro” de Hugo Motta em Brasília: “eu não sou Vital do Rego!””

    - “Com apenas 25 anos, Hugo Motta sempre teve a vida ligada à corruptos federais”

    - “Major Fábio foi o paraibano que menos gastou verba pública como deputado federal”

    - "Mamãe eu quero mamar..." "Me dá um $ aí..." Gabinete de Lira tem 46 servidores e senador é campeão de nomeações”

    - "Secundarista cacareco de votos na Capital nomeado secretário de Comunicação do Conde"

    - "Romero avisa ao PROS que não pode nomear ninguém para cargo que não existe"

    - "Romero desmoraliza partido aliado que tem maior bancada da Câmara"

    - "Imprensa do Sul descobre “podres” de Veneziano e expõe paraibano negativamente"

    - "Euder Faber escolhido “Tropeiro da Borborema” revela que às vezes tem vergonha em ser pastor"

    - "Veneziano trai Dilma e apunhala Chinaglia, cidadão campinense e benfeitor da cidade"

    - “Quebrar a urna é quebra de decoro? E quem quebra compromisso com o povo faz o quê?”

    - “Senador Lira em passeio por João Pessoa dá mostras de precoce senilidade. Até nome de bairro trocou. Recomendo tomar HIDERGINE!”

    - “PMDB velho de guerra sem saída indica, de novo, Renan

  • NO RANIFRATES

    06/03/2019

    Nesses tempos de internet mandando na gente minha primeira ação ao abrir os olhos de manhã cedinho é ler “As primeiras do dia”, de Tião Lucena.

    E nem sei se evoluí...

    Antes, eu rezava a Oração do Dia e um Pai Nosso e corria prá escovar os dentes e lavar a cara.

    Esse era o rito!

    Hoje, não fugindo à regra, corri para o Blog do Tião ansioso para dar as primeiras risadas do dia.

    E o fiz, com a alegria adicional de verificar ter aumentado o meu vocabulário, que modéstia à parte é bem crescidinho – superior à média.

    Graças a Tião, descobri mais uma palavra. Que inclusive não consta em nenhum Aurélio; tampouco no Google!

    Refiro-me a RANIFRATES, que é a fermentada definição de CÚ no elástico dicionário do amigo ‘Bunitão’.

    Nas suas “Primeiras” desta quarta feira de cinzas Tião registra o malfadado Twitter em que o Presidente (sic!) Bolsonaro posta mensagem e filme onde dois rapazes se cutucam, um deles introduzindo um dos dedos no ânus do colega, ou melhor, no Ranifrates do rapaz!  

    Pesquisei para encontrar a real definição da palavra, mas não encontrei... E a partir de hoje essa importantíssima parte do corpo de todos nós eu só chamarei de Ranifrates.

    E, convenhamos, uma palavra de elite. Nobre, bela, sonora. E grande!

    Considero Tião um gênio. “Cú” e “ânus”, palavrinhas do tamanho de nada, não poderiam mesmo dar valor real a órgão de tamanha importância nas nossas vidas.

    Porque os nossos Ranifrates (sempre assim, com letra maiúscula na inicial) além da especial função estomacal - de fazer expelir as fezes que fabricamos dia e noite - são hoje importantíssimos elementos de prazer.

    Mas, cientificamente chamados de CÚ ou de ÂNUS; no popular de FRESADO, RABO e REDONDO, sempre viveram arrodeados de preconceito.

    Quem danado, mesmo os viciados nisso, aceita ouvir alguém mandar tomar NO CÚ, no RABO, no FRESADO... Mas, tomar no RANIFRATES é outra coisa. Nem suspeitas despertará!

    Imagine-se aquela multidão lá do Sambódromo tivesse já conhecimento da genialidade de Tião Lucena!

    O “capitão” que nos comanda, hoje estaria nas nuvens. “Meninos, o povo me mandou tomar no RANIFRATES. Vamos lá?”, eufórico logo convidaria os três atravessados filhotes para a farra sugerida.

    E todos nós brasileiros e brasileiras estaríamos bem mais felizes, sim senhor.

    Eu, por exemplo, jamais faria coro com os sambistas do Rio de Janeiro, mas agora graças a Tião Lucena também posso estufar os pulmões.

    – “Bolsonaro, VAI TOMAR NO RANIFRATES!”

  • Buega x Zé Carlos e a inveja

    20/02/2019

    Embora multimilionário, condição que o permitiria rever alguns conceitos errôneos que adotou na vida, o septuagenário empresário José Carlos da Silva Júnior ainda carrega consigo pelo menos dois vergonhosos tipos – a avareza e a inveja. 

    Certa feita em Brasília, mais precisamente no sallon-bar do Hotel Nacional em uma noite fria de outubro, acompanhando Asfóra e outros próceres peemedebistas que discutiam a formação da futura chapa para o Governo do Estado, pude de modo constrangido apurar o grau elevado da avareza do homem da canjiquinha.

    Inflado no estupendo ego, e ainda por cima crente de que o seu poder financeiro ditaria as regras no ambiente, Zé Carlos ao ver-se escanteado - à falta de competência pessoal e política para a empreitada - ferveu por dentro que nem café no bule do fogão de lenha e começou a espumar de raiva, para surpresa de todos.

    Coube a Asfóra, que com ele sempre se portou amigo, tomar a iniciativa de jogar água fria na fervura de modo a que a conversa não descambasse para agressões. O tribuno de Bodocongó conhecia bem Zé Carlos e, mão no ombro dele, foi severo, embora cordial: “Que é isso, Zé, a gente tá aqui entre amigos. Eu mesmo sou seu melhor amigo!”.

    Foi quando a situação piorou...

    Zé Carlos levantou-se da cadeira, deu uma espécie de rodopio no salão, espalmou a mão direita e com ela apalpou um dos bolsos. “Amigos, uma p..... Meu amigo é meu bolso!”.

    Mais não precisou dizer; e foi embora. 

    Eu nunca apreciei determinadas qualidades de Zé Carlos e motivos tenho para isso. Vem de longe, desde o nascer do Jornal da Paraíba, que fundei ao lado de intrépidos confrades como Josusmá Viana, William Tejo, Ismael Marinho, Nilo Tavares, José Levino... Desde quando, inclusive, ele sócio do jornal deu dilacerante golpe em Humberto Almeida para tomar-lhe a direção definitiva da empresa.

    Mas essa é uma história para contar depois. Hoje quero falar sobre o outro tipo: a inveja de Seu Zé do São Braz, que os filhos herdaram e a exercitam com a mais vulgar das competências.

    É certo que a velhice não alcançou os bolsos de Zé Carlos, como é mais certo ainda que o dinheiro ele não vai levar para o túmulo que se lhe apresenta tão perto. Mas a hereditariedade tem dessas coisas e filho que é filho permanece a cara do pai - cagados e cuspidos, como se diz aqui em ‘nóis’..

    Pois ontem, nessa lamentável ação em que quase a Polícia Federal botou algemas em Buega Gadelha, a INVEJA do dono da São Braz espumou pelos cantos dos seus lábios igualzinho àquela espuma que eu presenciei no Hotel Nacional de Brasília. Com uma única diferença: se fez presente nos rostos de Cacá e Eduardo, hoje os timoneiros do império familiar.

    Para quem não sabe, o sonho de vida de Zé Carlos, como empresário da indústria, foi o de presidir a Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP). Imaginava-se ser o substituto natural de Agostinho Velloso, que certamente também o conhecendo por dentro e por fora antes de morrer deixou plantada forte e vigorosa semente para a assunção daquele que confiava plenamente - Buega Gadelha.

    Até hoje, mesmo na caduquice, Zé Carlos não perdoa. Conspirou até aqui no que pode para destronar Buega, que repetidamente vem se reelegendo para gerir o órgão máximo da nossa indústria, em que pese continuar a ser gigante o bolso do Zé do cuscuz e do colorau.

    Mas ontem, carros da Polícia Federal cercando a sede da FIEP, os Carlos vislumbraram ter chegado o momento de recomeçar a pensar em abocanharem a Federação.

    Para infelicidade deles, Buega não foi preso e é muito provável que logo venha a ser inocentado nessa empreitada suja que envolve o SESI. Entretanto, a sua execração pública através dos veículos do Sistema Paraíba (TVs Paraíba e Cabo Branco, CBNs de João Pessoa e Campina Grande, portal Jornal da Paraíba) foi alarmante.

    Eu, pelo menos, jornalista que sou, jamais tinha visto aqui na terrinha cobertura tão completa complexa como essa em que Buega parecia já ter sido condenado a cem anos de cadeia.

    A cobertura do Sistema Paraíba no episódio passou dos limites. E isso tem uma única explicação - a INVEJA da família Carlos.

    Infelizmente!

    E como diria o hoje maior desafeto dos Carlos, "ô Paraíba boa!"

  • BOLSONARO É REFÉM DOS "GAROTOS"

    15/02/2019

    O presidente Jair Bolsonaro é hoje refém dos próprios filhos. Não dá um passo que não seja após ouvi-los. Pretere os seus auxiliares mais diretos em troca do palpite de um dos três. Tem em Flávio, Carlos e Eduardo uma espécie de tríade divina que tudo pode e que pensa ter nas mãos os destinos do Brasil e dos brasileiros. E não é assim. Ou não pode ser assim.

    A crise da hora envolvendo o filho do meio Carlos Bolsonaro e o ex-presidente do PSL e atual ministro Gustavo Bebbiano é algo impensável que nem o mais crítico observador imaginaria acontecer.

    Carlos não tem nenhum mandato federal, é vereador do Rio e deveria estar cuidando de sua castigada cidade. Flávio é senador e Eduardo, deputado federal, mas é o filho mais ouvido pelo presidente, estando sempre ao lado do pai, desde a solenidade de posse ao acompanhamento na internação dele no Hospital Albert Einstein, onde Bolsonaro se submeteu a uma cirurgia abdominal. Controla das redes sociais a comunicação do presidente. Tudo de maneira informal, já que o governo possui um porta-voz nomeado e no exercício da função.

    A situação é surreal. Um filho do presidente da República, sem qualquer importância funcional formal dentro do governo, chega e chama um ministro de Estado de mentiroso. O que faz o pai-presidente? Dá uma enquadrada no filho boquirroto? Tenta demonstrar que o governo não é o que parece? Nada disso. A reação de Bolsonaro-pai é deixar o seu ministro pendurado no pincel ao dizer praticamente a mesma coisa que disse o filho pseudo porta-voz.

    Não que Bebbiano seja isento de responsabilidade pelo rastilho de pólvora que se arma e precocemente começa a explodir a credibilidade do presidente, do governo e do partido. Ele foi o presidente do PSL antes de Luciano Bivar e tem tanta culpa quanto o sucessor na proliferação do imenso laranjal em que se transformou a legenda. Praticamente todo dia, a imprensa traz uma laranja nova, adubada com centenas de milhões de reais do fundo partidário e que responderam com as menores mais caras votações da História. Mas, daí pegar Bebbiano e deixar ele torrar no forno armado por Carlos Bolsonaro, já são outros quinhentos.

    A crise toma fôlego a cada lance desse episódio bizarro. A ponto de o presidente da Câmara dos Deputados chegar e jogar azeite na panela fervente. Sem usar de meias-palavras, Rodrigo Maia acusou Bolsonaro de se esconder atrás do filho para demitir um ministro. Mais claro, impossível.

    Para um presidente da República, ouvir que não tem coragem de afastar um ministro e precisa, para tal, de um biombo familiar, convenhamos, é algo inédito na República. Não há notícia de um governo que, com 45 dias de vida, esteja tão enrolado, em boa parte, por causa da parentada do chefe do Executivo. E de um chefe de Executivo que não consegue conter a parentada intrometida.

    O Brasil não é a casa dos Bolsonaro. Alguém, no entanto, precisa dizer isto ao presidente. Mas não é o bastante. E é bom o próprio presidente ter ouvidos e sensibilidade para entender, aceitar e efetivamente mudar a situação. A pena para essa surdez pode ser dura demais. Para o presidente e para o país.

    Nessa crise envolvendo Carlos Bolsonaro e Gustavo Bebbiano, assistir ao noticiário do governo na televisão tem sido constrangedor. Parece um bando de desnorteados tentando disfarçar a gravidade, tanto do escândalo envolvendo o PSL quanto do agravamento da crise de relacionamento que isto provocou.

    O quadro é muito ruim. A ingerência dos "garotos" em tudo e sobre todos deixa o País parado, após dois meses e meio de governo. O resultado é uma horda de aliados magoados e desrespeitados. É uma base parlamentar dividida e atônita. A maioria, vale lembrar, não simpatiza com Carlos Bolsonaro e fecha com Bebbiano. Como é o caso, também, do vice-presidente Hamilton Mourão e até do ministro Chefe da Casa Civil, Onix Lorenzoni.

    Resta saber se essa "unanimidade" afetará Bolsonaro e o fará se decidir entre ser o presidente ou o pai superprotetor. O segundo caso vence com folga, até agora.

    Fonte: Gilvandro Filho (“Jornalistas pela Democracia”)

  • Meu "Alfredo Dantas"

    12/02/2019

    Dos incontáveis prazeres e saberes da adolescência o “cheiro” mais especial que a minha memória conserva exala da avenida Marquês do Herval, centro da minha amada Campina Grande.

    De lá, e lá se vão mais de cinco décadas, chegaram ao pobre menino pirrititinho do bairro da Prata os mais sólidos exemplos de vida e de amor ao próximo, geradores portanto de um precoce amadurecimento do Homem (assim mesmo com agaZÃO) que adiante eu viria a me tornar.

    Naquela casa, que para mim não foi somente de ver os leões, estudar e subir degraus, ganhei encantos também.

    Muitos, aliás!

    Um deles, talvez o mais significativo, e que até hoje quando quero facilmente reproduzo nos instantes noturnos em que o cansaço do dia pode mais que a resistência do corpo, ainda badala nas minhas retinas...

    Eu ali, pirralho privilegiado no princípio da fila às sete da manhã, vi melhor que os coleguinhas o gigante relógio ser puxado pelo professor Severino Loureiro do seu bolso na bem engomada calça de linho branco onde ele conferiu os minutos que faltavam para que autorizasse nossa subida às salas de aula.

    Conferiu as horas, devolveu o relógio à algibeira, e do pescoço entreaberto pela camisa desabotoada arrebatou para fora o também gigante crucifixo que carregava sobre os peitos.

    Nós, os seus meninos, caladinhos e ansiosos ouvimos a sentença prazerosamente repetida a cada dia: “ Esta é a minha arma; quero que também possa ser a de vocês!”.

    A frase do Mestre Loureiro ainda hoje faz eco em cada pedacinho de mim. E confesso: nunca usei sequer uma baladeira para matar um passarinho; nunca comprei uma arma de fogo, mesmo tentado a portá-la para em eventualidades me livrar dos inimigos; nunca pude ser adepto da guerra, pois em minha memória mantém-se impregnada a paz que aprendi e adotei no Ginásio Alfredo Dantas, hoje esse ainda pujante CAD que vai dia 16 festejar os seus 100 anos de existência.

    Fui aluno do Alfredo Dantas e tenho comigo que isso foi coisa divina – de pobre enxerido!

    Dona Virgilia, minha mãe-costureira, não podia pagar escola particular, mas como bem dizia fez “das tripas coração”.

    Por lá fiquei do primário até o primeiro ano ginasial, quando a doença do meu velho pai obrigou a minha ida para o Estadual da Prata.

    Ontem fui convidado por Paulo Loureiro para participar do ato solene em que os 100 anos do CAD serão festejados. Estarei lá!

    Chorão como sou, descarregarei lágrimas de alegria, por pura felicidade.

  • O pior Parlamento da história

    05/02/2019

    À qualidade humana média indigente dos parlamentares se deve acrescentar a assombrosa falta de costura política do governo no Congresso

    Tomou posse aquele que será o pior Congresso da história. Conforme já exprimiu o Senado na estreia: uma mistura perniciosa entre velhacos ameaçados e moleques oportunistas. Uma legislatura destinada, pois, à frustração dos crentes, aquela decorrente de se compreender mudança e renovação como valores virtuosos per se .

    Uma obviedade: um Parlamento, como uma empresa ou família, é composto de pessoas. Se a matéria humana, fresca ou curtida, é ruim, ainda que haja exceções, impossível será um conjunto bom.

    A este estado de coisas se somem a condição preponderante entre os novatos — o despreparo — e o sentimento que o primeiro contato com o poder estimula nos fracos: o deslumbramento; chave para a modalidade de autossuficiência cujo desdobramento imediato estará em calouros ignorantes que se julgam independentes, inclusive de agendas reformistas, como nem o mais cascudo entre os veteranos jamais foi. Isto muito se verá no PSL. Ora com relevante representação na Câmara tanto quanto sem experiência sobre o que seja atividade político-partidária, o partido — seu comportamento como equipe a ser liderada — é uma incógnita.

    Mais espantoso produto do fenômeno eleitoral bolsonarista, a bancada do PSL, ressalvados dois ou três nomes, compõe-se de gente cujo único mérito esteve em haver se associado a Bolsonaro no momento certo. Um amontoado heterogêneo de desqualificados para a função e representativos da nova etapa do processo de transformação do Parlamento num baixo clero absoluto, progressivamente esvaziado de líderes, em que os partidos têm dissolvidas as suas unidades e em que a desintegração já concebeu 594 Congressos. Varejo mais do que nunca.

    A tragédia da representação vai além. Porque à qualidade humana média indigente dos parlamentares se deve acrescentar a assombrosa falta de costura política do governo no Congresso. Que não se confunda a exploração do sentimento anti-Renan para vencê-lo com a complexa tessitura de uma base de apoio em torno de projeto. O Planalto não tem articulação no Parlamento. A Casa Civil não alcança deputados, muito menos senadores. Daí por que seus movimentos voluntaristas, deixando digitais por toda a parte, só consigam produzir uma interferência como aquela armada no Senado, obra-prima da tratoração cujo resultado consistiu em definir inimigos e organizar uma oposição sabotadora.

    O governo ganhou no Senado? A vitória de Onyx Lorenzoni é do governo Bolsonaro? Quem é Davi Alcolumbre, o herói? Quem conhece o alpinista? Quantos entre os que se uniram para bater o sete-peles Renan — e que lhe deram 42 votos entre 81 — se unirão pela reforma da Previdência? Randolfe Rodrigues? Ilude-se quem avalia que possa contar com um Kajuru mais do que com um Calheiros.

    Quem articula para um governo — e não em prol de um projeto pessoal de poder — trabalha para a formação de maioria, de consenso; jamais de hostilidade. Não foi o que se passou na eleição do Senado, da qual Bolsonaro saiu como entrou, sem base de apoio, mas com adversários estabelecidos e mobilizados.

    Se a agenda principal do Planalto for mesmo o lava-jatismo e projetar, como programa de governo, quatro anos de expurgos a adversários, tudo certo: o caminho é este e para tanto não se precisará de operação política. Teríamos mais uma jornada de banquete jacobinista, sangue à farta, com o país — aquele que tenta produzir — paralisado. Se, porém, a prioridade for fazer prosperar um projeto estrutural de reformas liberais, começou-se muito mal.

    Ser governo e compreender a eleição para o comando de um poder da República como etapa de um processo revolucionário seria apenas burrice não tivesse impacto potencial sobre o pulso econômico de um país que precisa gerar empregos. O governo Bolsonaro, eleito, continuará brincando de revolta dos caminhoneiros até quando?

    O presidente da República e o Congresso são expressões do zeitgeistbrasileiro, eleitos sob violento ataque à atividade política e em detrimento da cultura de representação — de negociação, diálogo e composição. Fazer política tornou-se prática delinquente. Afastar-se do exercício político, ativo eleitoral. Todos merecem desconfiança. Todos desconfiam.

    Já é palpável o clima pesado no Congresso, mesmo ainda tão recente a legislatura: deputado/senador bandido, sedento por cargos e ciente de que o governo logo necessitará dele, calcula o preço a cobrar e embute a taxa “me desprezou e agora precisa”; e deputado/senador sério ofendido por haver sido tratado como marginal no palanque de criminalização geral do Parlamento sobre o qual Bolsonaro armou um de seus discursos eleitorais mais decisivos — sem interlocução com o governo por cuja agenda reformista gostaria de trabalhar.

    Para se ter uma ideia do drama: Rodrigo Maia pode ser o salvador. Mais: terá de ser.

    Fonte: O GLOBO (Por CARLOS ANDREAZZA)

  • A mijadinha do Senador

    04/02/2019

    A incontinência verbal não é algo novo na história do senador José Maranhão e, pelo menos para nós os seus conterrâneos da Paraíba, essa coisa não surpreende.

    Mas, para os outros brasileiros...

    Por isso a tal “mijadinha” que ele anunciou sentado na mesa de Presidente do Senado Federal sábado passado causou tanto frisson Brasil afora, com direito a risos, chacotas e piadinhas de todos os vieses e matizes.

    Mijar, a gente sabe, nunca foi novidade para ninguém no reino animal. Reis e rainhas mijam. Príncipes e princesas, idem. O jumento mija. O Papa mija.

    Todos mijamos!

    Mas, avisar sobre esse instante do desague é que é o ponto da questão envolvendo Zé de Araruna, mas ainda assim nada que se possa censurar.

    No caso do nosso velho e estimado senador - aliás, hoje o mais velho da República e por isso mesmo legalmente ungido à presidência temporária na eleição da Mesa da Casa - o seu aviso se tornou imperioso e urgente.

    Aos 85 anos de idade, convenhamos, segurar a bexiga não é lá tarefa das mais fáceis.

    E ele estava presidindo a eleição do Senado, uma responsabilidade gigante, quando a incontinência urinária lhe bateu nos repousados testículos do modo mais inesperadamente imaginado e logo em uma hora em que não dispunha de um substituto para a missão que o Regimento lhe dera.

    Poderia ter-se prevenido, indo ao mictório antes de presidir a sessão histórica; ou, por hipótese de exceção, ter vestido uma fralda geriátrica, coisa muito comum em quem, como ele, tem a glória de ultrapassar oito décadas de vida.

    Mas nosso Zé sempre soube esbanjar vitalidade e, dizem lá pelo Altiplano do Cabo Branco, ainda faz coisas que menino de 16 não consegue!

    Por essas e outras, confiando demasiadamente no seu taco, não iria mesmo ligar para a eventualidade de vir a precisar de uma mijadinha qualquer num dia de tanto orgulho pessoal.

    Só não contava com a indiscrição da tecnologia, aquela mesma quando, em programa ancorado por Hélder Moura no Sistema Correio, disse indiscretas impropriedades para diminuir Ricardo Coutinho, por quem veio a ser derrotado na disputa pelo Governo da Paraíba anos atrás quando ainda a mijadinha conseguia segurar.

    Zé até pode, nessa idade onde tudo lhe é tolerável, segurar o mijo e até outras coisas que as necessidades fisiológicas embrulham, mas a boca - como agora se viu - tem sido impossível. Daí a necessidade de que a sua assessoria, ou mesmo a família, lhe explique que microfones, computadores, televisão, celulares, essa parafernália toda da vida moderna, tem muitos gumes...

    E nem todos em favor do interlocutor.

    Ainda bem que a mijadinha e respectivo aviso se deram no Senado, a outrora Casa dos Velhos da República onde tudo continua tolerável, mesmo nos momentos risíveis.


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