Na eleição em que Cássio, por meio dos ilícitos que a Justiça Eleitoral flagrou e em seguida o penalizou com a cassação do mandato ilegalmente adquirido, Vital do Rego trabalhou e votou para ele, em contraponto aos filhos Veneziano e Vitalzinho que votaram e trabalharam para José Maranhão.
Em consubstanciada proclamação naquele ano pedindo votos para retornar à Câmara Federal, Vital dedicou um parágrafo à censura aos rebentos, que a seu ver estavam recusando a "ancestralidade bilateral" para se apegarem a "companhias de ocasião, nem sempre credoras de alguns encômios".
Na realidade, dizia-se certo por estar com o "gênio" Cássio, ao invés do erro dos herdeiros que negavam as "lições aprendidas em casa" e davam-se às mãos a Maranhão.
É a história, que infelizmente não pode ser deletada. Segue "fac-simile" do texto do notável orador:
SEM CÉREBRO
O inchaço no corpo de Cássio (teria engordado 14 quilos depois da cassação) já atinge o seu cérebro, que alguns até bem pouco classificavam de "privilegiado". Ontem, aos pés do caixão de Vital do Rego, na sub-sede campinense da OAB, ele desconheceu o que até os descerebrados pombinhos de João Pinta Cega, na Praça da Bandeira, não ousam desdenhar: que a casa onde morou o saudoso ao longo da maior parte da sua existência fica na rua João Moura, lá no bairro do São José pertinho da Praça do Trabalho e da igrejinha da Guia. Mas, não! Para Cássio, Vital morou "de aluguel" na rua João da Mata (sic!!!). Tadinho do ex-menino. Tão novo ainda!