Turismo quebra geral no Conde e mais de 15 pousadas fecharam portas e estão com placa de venda gerando desilusão e desemprego

11/05/2020

A principal atividade econômica do Conde - o Turismo - vive hoje o seu ocaso, sob a inoperante gestão da prefeita Márcia Lucena (PSB), que provavelmente chegará ao último dia do seu mandato em dezembro deste ano como a grande responsável pela quebradeira sem limites e o avassalador desemprego no setor.

Sem nenhum tipo de política pública que contemple o Turismo e sem diálogo com o  empresariado, que passivamente observou grandes investimentos, como por exemplo o Mussulo By Resort, único all-incluse do Estado e um dos mais importantes do Nordeste, cerrar as portas, a crise atual gerada pelo novo Coronavírus chegou para definitivamente acabar com o que resta do setor, onde mais de 15 pousadas, de pequeno e médio porte, estão com placa de venda por falta de perspectiva para futuros negócios.

Acusada de ter reduzido o Carnaval a uma festinha de ponta de rua, cobrar taxas extorsivas de visitantes que cheguem às praias em ônibus ou vans, criar estacionamentos caros para acesso às praias principais, como a internacionalmente conhecida Tambaba, e desprezar literalmente os pequenos empreendedores, a quem persegue com derrubada de seus pontos, seja no centro da cidade ou nas praias, Márcia Lucena é repudiada hoje em todos os quadrantes do Conde.

Uma rápida busca em sites de vendas de imóveis e de corretoras com atuação na região é possível verificar a extensão do problema, que gera revolta dos empresários, que denunciam o descaso da Prefeitura com o setor.

“O turismo está se acabando e não existe um só projeto da Prefeitura para recuperação do setor, que tanto gera emprego e renda para a cidade e região”, disse um desalentado empresário ouvido pela reportagem.

Segundo Município com o maior número de leitos em todo o Estado, superado apenas pela Capital, a quebradeira vai fazê-lo despencar para uma posição secundária, com inegáveis resultados negativos onde a estimativa é de que mais de duas mil vagas de empregos sejam desativadas.

Acuada em seu domicílio pela Operação Calvário, que lhe introduziu uma tornozeleira impondo restrições sérias de mobilidade depois de ter sido levada ao presídio, onde passou quatro dias até ser liberada liminarmente pelo STJ para responder em liberdade a supostos desvios milionários de verba pública ao tempo em que exerceu o cargo de Secretaria de Estado da Educação, no Governo Ricardo Coutinho, Márcia Lucena dá mostras efetivas de total falta de disposição para continuar gerindo tão importante polo turístico reginonal, o que é deveras lamentável.



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Da Redação

 



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