Na síntese de Amaro Pinto o desfile de qualidades de quase todos os que integram a LISTA DOS 50

09/11/2017

O advogado Amaro Pinto, colunista d’APALAVRA e um dos 10 “jurados” que elaborou a LISTA DOS 50 que este portal publicou no final de outubro homenageando cidadãos que contribuíram de modo expressivo para o crescimento de Campina Grande ao longo dos tempos, deu de modo extremamente sintético a sua opinião pessoal sobre boa parte dos listados.

A síntese de Amaro merece ser compartilhada com os leitores do portal não somente pelo excepcional uso que ele faz da língua Pátria, mas como um delicioso “aperitivo” para o que virá adiante nesse projeto – o livro da LISTA DOS 50.  

Seguem as definições:

Teodosio de Oliveira Ledo - Desde a (minha) mais tenra infância, esse bravo povoa as minhas aspirações, com seu inamovível exemplo de destemor e ousadia: sem ele, sob os Céus (altos) nada haveria, pois.

Cristiano Lauritzen - O simples nome desse (visionário) gringo, devota-me e impele a alma para andar, sempre, avante – a ser diferente dos iguais.

Argemiro de Figueiredo - O verbo dourado de luz, a firmeza do pulso sem tibieza, confortam a Oratória e capacidade de sonhar – na realização dos honestos e vocacionados.

Raymundo Asfóra - Ave canora da serra, voos noturnos rumo ao sol, brilho presente de um sonho que nunca se apaga.

Vital do Rêgo - Único em si mesmo, vertical honestidade, genial simplicidade do Tribuno humanista - que se eterniza pelo exemplo altruísta de destemor cidadão e desapego material.

Ronaldo Cunha Lima - Poeta de voz do povo em parques, deleite da multidão, voz dos sonhos encantados no alvorecer de Campina – violão, amores, poesia e rima.

Félix Araújo (pai) - Brados constantes contra a injustiça, luta altaneira que renasce à força de um ideal renovado, mártir dos oprimidos, arauto dos perseguidos e órfãos de proteção.

Edvaldo do Ó - Empreender o destino, sem medos arraigados, realizador incansável do enlevo de gerações passadas e sucedâneas.

Prof. Anézio Leão - Lente cultor da castiça língua mãe, música em violinos afinados por semântica e sintaxe – gramática maior a deleite dos olhos de augúrios (bons) a quem o lê.

Severino Cabral - Gentio de todas as gentes, nau dos desabrigados, caminho da esperança a tantos desvalidos, saciados por uma solidária fraternidade de quem jamais se desabriga – pé de chumbo e alma de criança feliz.

Rosil Cavalcanti - Trovador dos ares nordestinos, que se fez soar em tantas plagas – sobre as quais já não podemos enumerar.

Epitácio Soares - Voz raiada em todos os munícipios, letras feitas em suavidade do poeta que cantou em prosa a vida correndo em seu estuário límpido e natural, cotidiano.

José Pedrosa - Livreiro do sempre, poemas soltos aos estímulos nascentes da cultura de muitos tantos – melhor amigo que pudemos nele e por ele ter.

Elpídio de Almeida - Médico de homens, líder em almas nascidas, dedicação solar e lunar à sofreguidão dos desalentados da sorte.

Lourdes Ramalho - Ibéricos relatos feitos em Sertão e Borborema – para além de mundos, uma inteligência capaz de fazer pensar.

Lynaldo Cavalcanti - Sabendo ver bem onde pouco se via, viu muito e fez tudo – no infenso dos alcances.

Lopes de Andrade - Décadas prestimosas e fecundas, construtor de devaneios alentadores, sobrevindos à temporalidade infinda.

Affonso Campos - Jurista sim, emérito, clássico – nobres lições hauridas e compartilhadas em outeiros de direito e justiça.

Irineu Joffily - Luzes da magistratura imperam altaneiras pela escrita fina, vivendo a História, fecundados discípulos ávidos e saciados, alfim.

Hortênsio Ribeiro - Jornalista intimorato, como há de ser assim todo, historiador percuciente, obstinado no profícuo legado – insuperável, ainda.

Irmã Aldete - Feita em orações e bondade, mãe nascida de todas as orfandades – luz hoje nos caminhos celestinos.

Elizabeth Marinheiro - Dama literária, com seus congressos internacionais à perfeição trazidos – o cálido afeto de juventudes leitoras, àvidas, retinindo na memória.

Eneida Agra Maracajá - Rainha da Cultura, feita em lutas e vitórias – insuperável.

Hilton Motta - Coragem na empresa da vida, espírito disposto a alçar céus maiores, marcou a radiofonia desta amada Campina – de modo indelével.

William Tejo - Jornalista, culto e afável, prosa admirada no chopp gelado, coluna diária de lições imperdíveis.

Fonte: Da Redação




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