Vândalos depredam placa na Praça do Mar e Jacumã sem "C" e "U" vira piada onde o "Derriére" da prefeita entra na gozação

19/06/2020

A má gestão pública do Conde é de tão grande monta, apesar do Município estar entre os que mais arrecadam impostos no Estado por conta do seu sólido parque industrial e da sua paradisíaca orla com a segunda maior malha hoteleira do Estado, que não dá para conceber que próprios públicos, parques, praças e monumentos não mereçam da prefeita Márcia Lucena (PSB) ao menos um “olhar flácido” de ternura determinando que tais ambientes recebam limpeza, vigilância e conservação.

E aqui não se fale mais nem nos buracos que infestam as ruas do Conde, em especial aquelas das praias que não receberam pavimentação em paralelepípedos bancada pelo Governo do Estado, carentes ainda da mínima presença do ente municipal.

Abandonados à própria sorte, até cartões postais da cidade como aquele (Praça do Mar) presenteado por Ricardo Coutinho aonde antigamente existia a suja e abandonada “quadra de Jacumã”, vem sofrendo com o desastre gerencial da prefeita, deslustrando ainda mais o seu sonolento mandato.

Por ironia natural do destino, que consegue realmente castigar quem dele abusa, a vistosa placa na Praça do Mar, ponto de encontro de nativos e turistas que se deixam lá fotografar para lembrança viva do passeio, está depredada e não há notícia de nenhum movimento da prefeitura no sentido de restaurá-la, já que a falta de vigilância da sedenta Guarda Civil Municipal, que somente sabe multar motoristas e se preocupar com som alto nas casas de veraneio do extenso balneário, não dá mesmo o ar da sua obrigatória graça.

E, assim, sobrou para Dona Márcia Lucena, a alcaide que a Justiça monitora através de uma lustrada tornozeleira no mocotó, alvo agora de piadas por causa da falta do “CU” em Jacumã, como mostra a foto que um vigilante internauta acaba de enviar para APALAVRA.           

As duas letras, que separadas no meio da placa fechavam a colorida identidade da principal praia da Costa do Conde, juntas servem para a gozação pública, denegrindo inclusive a imagem da prefeita, gozada nas esquinas e nos pontos de encontro da orla onde a criatividade e o senso de humor do condense associa o caso ao também ausente “derriére” da mandatária no cumprimento das suas obrigações institucionais. 

Fonte: Da Redação

 
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