Conde, o Município sem sorte com prefeitos que por sorte do destino tem Ricardo Coutinho como gigante benfeitor

12/01/2018
A orla de Jacumã vai ficar um OURO. E todos os acessos às praias já estão pavimentados. (Foto: Facebook de Weslley Bruno)
A orla de Jacumã vai ficar um OURO. E todos os acessos às praias já estão pavimentados. (Foto: Facebook de Weslley Bruno)

O turista que esteve veraneando no litoral sul da Paraíba em 2017, e que agora está voltando para nova temporada, tem muito a espiar. Para o bem e para o mal.

 

O rico Município do Conde, onde estão concentradas as mais belas praias do Estado - Jacumã, do Amor, Coqueirinho, Carapibus, Tabatinga, Tambaba, Praia Bela... - ganhou uma nova prefeita e com ela a expectativa de que finalmente a chibata do coronelismo chegasse ao seu fim e o progresso, tão almejado pelos nativos, desse suas caras a partir de uma gestão eficiente, moderna e inovadora.

Afinal, a professora Márcia Lucena, ex-secretária da Educação do Estado, tarimbada no Serviço Público estadual inclusive por viés hereditário (o pai Iveraldo foi secretário da Educação no Governo Ronaldo), posta à disposição do eleitorado por cota partidária e aval do governador Ricardo Coutinho (PSB), se mostrava a mão na luva para a transição do desastre que abalava a região, saqueada e massacrada por Tatiana Lundgreen (PTdoB).

 

PB 081 estava intransitável. RC mandou fazer uma nova estrada.

 

Mas até aqui com um ano inteirinho de administração mais patina que governa, frustrando quase a unanimidade do povo condense.  

 

O que se tem no Conde hoje, em obra pública, é ação única e exclusiva do Governo do Estado.

Porque até a mais comezinha obrigação, como é exemplo o caos no trânsito do centro do Distrito de Jacumã, Dona Márcia tem se revelado totalmente incapaz de produzir efetividade.

 

 Prefeita e Damo elegeram brigas como ação de Governo e no Beco da Boemia afogam mágoas

 

Ruas totalmente esburacadas e construções públicas que ficaram paralisadas da gestão anterior ainda assim permanecem, como atesta-se pelos casos da UPA regional na beira da BR 101, conveniada com a União, ou o mercado central da sede do Município, ainda ostentando suas vergonhosas formas esqueléticas, para ficarmos por aqui apenas com dois exemplos.

 

O breu na periferia do Conde é outra irresponsabilidade grave, embora os recursos específicos para a troca de lâmpadas sejam generosos e crescentes.

 

O visitante que em 2017 viu o Governo construir o novo acesso cortando a periferia de Jacumã e a pavimentação na ladeira de Coqueirinho vai sentir mudança porque a operosidade do Governo do Estado se faz muito presente no Conde e já consolidou, em tempo recorde, a pavimentação de todos os acessos às praias, que até meses atrás mais pareciam solo lunar.

 

Mesmo assim, a parte mínima que é dever da prefeitura, como passar uma patrol nas ruas laterais entre um e outro acesso, Dona Márcia virou as costas.

 

E uma simples escada de madeira no acesso a Carapibus I para possibilitar a descida do turista à beira mar recebeu dela negativa no mesmo tom de desprezo da antecessora, sobrando então para proprietários de imóveis da área e donos de pousadas a iniciativa de executá-la e a responsabilidade financeira do seu custo.  

 

Agora mesmo Ricardo Coutinho autorizou a implementação de outros dois gigantes benefícios que o visitante aplaudirá por sentir na pele o valor: a urbanização da orla de Jacumã - o lixo que depunha contra tudo e todos - e a nova estrada da BR 101 até o centro de Jacumã, onde os buracos mais pareciam aqueles do queijo de coalho. Antes já ligara o abastecimento d’agua ao sistema Gramame-Mamuaba, benefício de saúde pública incalculável.

 

Dona Márcia continua sem conhecer as entranhas do Conde, embora um ano seja tempo mais que suficiente para isso.

 

Exemplo maior está na cara de Jacumã, a comercial rua Ilza Ribeiro por onde necessariamente parte dos automóveis passam com destino a outros pontos da costa condense. Nela falta varredura e pintura nos meios fios, tapa-buracos e ordenamento de trânsito. Se conhecesse o pedaço, Dona Márcia com certeza evitaria que sua santa mãezinha fosse tão xingada diuturnamente...       

 

E olha que para resolver tão “complexo” problema não há necessidade de recorrer a renomados técnicos de mobilidade urbana. Jacumã tem ruas paralelas e todas facilitam a correção. No caso, proibindo uma das mãos para estacionamento já era um ouro. E em fins de semana, deixar a Ilza apenas com uma mão de fluxo. Coisa que menino de curso primário já indicaria!

 

Torço que Dona Márcia se encontre. Ela e Nanego, o Primeiro Damo meu ator predileto.

 

Que os dois conheçam de verdade o Conde e não apenas o chopp do Beco da Boemia, a incipiente e mal localizada feira de produtos orgânicos... Mas que visitem os cemitérios abrindo-lhes as portas, o Ademário Régis onde uma praça mixuruca só saiu do papel pela força laboral e gratuita da comunidade.

 

Infelizmente, a única coisa onde Dona Márcia tem conseguido se destacar é nas brigas com seus eventuais desafetos. Em uma delas, talvez a mais insana, obrigou os vereadores da sua base a vestirem saias e serem ridicularizados nacionalmente. Em outra, abriu flanco com o “moribundo” ex-prefeito Aluízio Régis, dando-lhe assim um gás para a sobrevida na política.

 

E assim, sem sorte com seus gestores, segue o Conde. De briga em briga, Dona Márcia vai deixando de governar. Como aquela outra querela que fez seu vice prefeito romper e deixá-la sem “estepe”, literalmente agora a ver navios nas beiradas dos arrecifes...

 

A sorte, e bote sorte nisso, é Ricardo Coutinho, que disse ao povo que Dona Márcia era tampa e não quer deixar sua palavra virar risco n’água do Atlântico.

 

Fonte: Da Redação




Comentários realizados

  • 05/01/2018 às 23:25

    Ten.Inaldo da Saúde

    Eita ! Conde sem sorte! Tá complicado para os Condenses.


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