Desprezo por Campina Grande leva João Azevedo a ter Governo rejeitado na cidade, diz pesquisa Opinião-MAISPB

31/07/2020

Mantendo a condição de cidade mais politizada da Paraíba, Campina Grande acaba de confirmar cientificamente que reprova a ineficiente administração de João Azevedo (CIDADANIA) à frente do Governo do Estado.

Os números foram divulgados pelo portal MAISPB e foram coletados, com autorização do Tribunal Regional Eleitoral, em 80 Municípios do Estado pelo Instituto Opinião, que ouviu a população nos dias 17, 18 e 19 passados.

Em Campina Grande, João é aprovado abaixo da média, por 46,3%, e reprovado por 35,6% dos que responderam à pesquisa. Uma outra grande margem de pessoas, estimada em 18,1%, mostrou indiferença à gestão de Azevedo e preferiu não se manifestar.

Os números de Campina Grande destoam completamente dos auferidos nas demais regiões. 

Em João Pessoa, por exemplo, a gestão Azevedo tem 52,2% de aprovação, 35,4% de rejeição e 12,0 % não quiseram se manifestar.

No Sertão, onde João alcançou seu maior índice, 65,7% aprovam o Governo, 35,4% o rejeitam e 12,4% não sabem informar.

DESPREZO POR CAMPINA

Os números de Campina Grande refletem o desprezo do atual Governo para com a cidade, onde até agora não apresentou nenhum projeto robusto que viesse a beneficiar a população.

Ano passado, a única iniciativa do Governo para com a maior cidade do interior paraibano foi emprestar cheques de R$ 2.000 através do Empreender para barraqueiros d’O Maior São João do Mundo que foram atingidos por um incêndio no Parque do Povo.

Ainda em 2019 João anunciou a pretensão, anteriormente anunciada pelo ex-governador Ricardo Coutinho, de construir um Centro de Convenções na cidade que até agora não saiu do papel. 

Também garantiu construir o tão sonhado VLT, mas desistiu depois que o prefeito da cidade, Romero Rodrigues, em audiência com o Presidente Jair Bolsonaro, tratou da questão. 

A única obra palpável do Governo em Campina Grande se restringe ao aluguel do prédio da antiga Casa de Saúde Dr. Brasileiro, destinado inicialmente a atender pacientes com COVID-19 e que vem funcionando com reduzida capacidade.

Fonte: Da Redação




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