Hino de Fuba e Capilé sobre Calvário rasga "carcaça" de Torres carimbando sua história como maior traidor de Coutinho

11/02/2020

Com entusiasmadíssima apresentação do jornalista Luiz Torres, que foi secretário de Estado da Comunicação Institucional do Governo Ricardo Coutinho, a quem jurava amor eterno e amizade indissolúvel, e nos estúdios da televisão (TV Arapuan) que mais verbas públicas recebeu no período em que ele mandava nos cofres da SECOM, os cantores Capilé e Fuba entoaram anteontem o que se pode chamar de “afronta” aos envolvidos na Operação Calvário – uma marchinha que usa a operação policial como pano de fundo para os paraibanos caírem na folia.

Apelidada de Hino da Calvário, a letra da marchinha embora insossa e com pouco ritmo foi produzida ao molde de Ricardo Coutinho. “Eu vi teu nome da delação, eu vi teu nome escrito no jornal, saiu com a mala cheia de dinheiro, tu pode até ser preso e eu brincando o carnaval”, insiste o refrão.

Nas redes sociais a repercussão até agora tem sido negativa, principalmente em relação a Luiz Torres, que ao deixar o Governo do Estado aboletou-se exatamente no Sistema Arapuan que irrigara de dinheiro, ganhando lá um cargo de diretor para dizer que é seu.

- “O ‘hino da Calvário’ não cabe no manequim de Fuba/Luís Tôrres e assim pegou mal; Capilé já era contra, aí é compreensível”, disparou em seu portal na internet o multimídia Walter Santos.

- “Esse Luiz Torres nunca me enganou.Capilé nunca cresceu no meio artístico porque optou em ser ‘capacho’ de Cunha Lima”, postou o internauta José Florentino Toscano.

- “Uma música de botequim de quinta categoria...”, classificou Euzivan Lemos.

- “Muita covardia dessa turma. A história restabelecerá a verdade”, disse o internauta José Gonçalves.

CONTRADIÇÕES E INGRATIDÃO

Profundo conhecedor das entranhas do setor cultural paraibano, o jornalista Walter Santos publicou no WSCOM extenso comentário onde identifica “contradições e ingratidão” de Fuba e Luís Tôrres.

Diz o colunista que antes de tudo é preciso assegurar a liberdade de opinião, mesmo assim em que pesem todos os dados expostos onde não é recomendável antecipar sentença diante de rumoroso caso em que o acusado - Ricardo Coutinho - ainda não expôs sua defesa.

“Na regra básica do direito e da vida, enquanto é garantida a expressão de defesa seja de quem for, imaginem a figura da dimensão de RC, tudo pode ser exagero antecipado e agressão desmedida, sobretudo por se tratarem de casos com evidências e inconcluso, mas envolvendo “ex-grandes aliados do ex-governador Ricardo Coutinho”.

Walter avança mostrando “QUEM É QUEM NO CONTEXTO”.

Segue abaixo:

“O vídeo circulando na mídia apresenta Luís Tôrres como mestre-de-cerimônia de uma catarse e/ou deslumbre da morte morrida e matada de RC que não cabe neste tempo de intolerâncias.

Luís Tôrres, particularmente, poderia ter se poupado porque há bem pouco tempo atrás era o homem de mais absoluta confiança de RC. Se tudo isso é verdade, para que ser cerimonial do hino da morte?

O mesmo dir-se-ia de Mestre Fuba, pessoa muito talentosa, mas que se perdeu na condução dele na politica porque foi o responsável pelo engajamento do bloco na construção de RC, daí a crise posterior ao levar o “Muriçocas do Miramar” à campanha até chegar ao rompimento porque dois bicudos não se beijam”.

Já “O CASO CAPILÉ” Walter analisa sob outro contexto.

Vejamos a seguir:

“Ao final, em tudo resta a autenticidade de Capilé que, como autor do melhor hino político das eleições paraibanas na campanha de Ronaldo Cunha Lima, ele deixou a primazia de viver da música privada como ótimo artista para ter as benesses de um tempo trucidado por Ricardo Coutinho. Daí o compreensível troco.

Seja como for, tudo não passa de um teatro de tragédia humana tabajara, onde o valor da traição humana não tem preço.

Fonte: Da Redação




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