Romero assina decretos de desapropriação de imóveis para a construção do Centro Administrativo Municipal de Campina Grande

15/09/2020

O prefeito Romero Rodrigues assinou, na noite desta quinta-feira, 3, o decreto de desapropriação do imóvel onde funcionou o Colégio Assta, na rua Vigolvino Wanderley, no Ponto de Cem Réis, no bairro da Conceição. No local, nos próximos dias, será iniciada a obra de construção do Centro Administrativo Municipal de Campina Grande. Com recursos próprios, a Prefeitura vai pagar R$ 6,5 milhões à Diocese de Campina Grande, proprietária do prédio.

Na oportunidade, após reunião no Ipsem, Romero Rodrigues também assinou o decreto de desapropriação de um galpão da rua Severino Verônica, que  possibilitará o acesso ao amplo estacionamento do futuro Centro Administrativo. O valor a ser pago por este imóvel é de R$ 200 mil.

O futuro Centro será construído numa área de seis mil metros quadrados, com uma estrutura baseada em projeto multidisciplinar, que prevê a integração dos serviços municipais. O Centro possibilitará maior interação dos setores administrativos, além de economia no pagamento de aluguéis e mais eficiência à gestão.

O Centro Administrativo contará com quatro pavimentos. Estão projetados o uso de energia solar, o reuso de água, grandes vãos de janelas, salas amplas, acessibilidade, elevadores, auditório para 250 pessoas, salas de reuniões, baterias de banheiros, jardins internos, estacionamento com 150 vagas para automóveis e 30 para motocicletas, parada de ônibus e muitas outras estruturas.

Serão feitas, também, intervenções no trânsito da área, com criação de um novo binário e adaptação viária, com equipamentos de acessibilidade, na rua Vigolvino Wanderley.

Fonte: Codecom




Comentários realizados

  • 07/09/2020 às 21:02

    Newton Mota

    ERROU ! Enquanto a lógica no mundo atual e no Brasil principalmente é erguer centros administrativos executivos em áreas amplas de acesso rápido, em áreas relativamente afastadas do centro da cidade(Exemplo: a cidade administrativa de Belo Horizonte(MG), para que seja propiciado o desenvolvimento adequado e sustentável, de áreas em desenvolvimento, aqui o prefeito paga uma fábula por uma área de acesso reconhecidamente precário, e absolutamente inadequado aos fins propostos. Uma pena !

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