Preço do arroz tem aumento de 50% e especialista apresenta alternativas para substituir cereal na alimentação

14/09/2020

Feijão e arroz é o par perfeito, o prato mais consumido pela população brasileira. Mas nos últimos dias, o arroz teve um aumento de 50% em seu valor, em decorrência do aumento do dólar e a disparada na exportação do produto, e isso fez com que a população tivesse que abrir mão ou reduzir o consumo desse cereal. Diante do atual cenário, a nutricionista da MedPrev do Hapvida em João Pessoa, Danielle Cardoso Santos, fala sobre o “queridinho” do povo brasileiro e apresenta alternativas para substituir o produto sem prejuízo nutricional.
 
“O arroz é um cereal, que possui em sua composição vários nutrientes como proteínas, é rico em vitaminas e minerais (potássio, vitaminas do complexo B, ferro e magnésio) e como principal nutriente tem-se o carboidrato que ao consumir fornece energia para nosso corpo”, explica.
 
Apesar de o arroz ser um dos principais alimentos na mesa do brasileiro fazendo a "casadinha" perfeita com leguminosas como o feijão, a nutricionista esclarece que essa combinação perfeita se dá porque alguns aminoácidos que não é possível encontrar no arroz encontra-se no feijão e vice-versa, assegurando assim uma composição nutricional perfeita para a refeição. Porém, compreendendo a alta dos preços a especialista tranquiliza os que se preocupam em manter uma alimentação balanceada e afirma que é possível substituir o arroz por outro produto sem que haja perda nutricional.
 
“A gente consegue substituir o arroz por outros cereais como a quinoa, amaranto ou também no grupo dos tubérculos como batata doce, macaxeira ou inhame. Assim teremos também a presença de bons carboidratos como importante nutriente para composição alimentar energética calórica para o dia a dia”, orienta.
 
Danielle reforça a necessidade de incluir outros grupos alimentares na rotina diária como hortaliças (legumes e verduras), frutas e fontes protéicas (animais ou vegetais). “É interessante buscar alimentos da safra devido ao menor custo e possibilitando consumo de nutrientes diversos e importantes para a manutenção da saúde”, sugere.

Fonte: Assessoria




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